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21/03/2013 - 18:59

REVESTIMENTOS EM DESFILE

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A Revestir, uma feira e palestras internacionais sobre tendências de revestimentos, metais, louças e acessórios se fortalece ano a não, crescendo em expositores.Neste ano de 2013 foi  a maior e mais interessante edição.Para nós arquitetos é uma amostragem de tudo que vai ser usado e o que podemos propor em termos de design inovador. Trouxe para reinaugurar esta coluna os lançamentos que mais me chamaram a atenção e com certeza farão parte de nossos projetos para o próximo semestre!

Autor: - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra Tags: , , , ,
19/03/2012 - 20:01

Revestindo sem usar o popular porcelanato

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Olá Mari, acompanho você há algum tempo, sempre de olho em suas dicas, parabéns pelo trabalho. Estou começando a obra da minha casa, tenho um orçamento limitado e gostaria de planejar os acabamentos para prevenir os gastos. Não pretendo colocar porcelanato, mas ultimamente só encontro dicas sobre este tipo de revestimento. Gostaria de ver algumas dicas de piso cerâmico comum de bom gosto e qualidade. Tenho interesse por um piso sem brilho, com padrão neutro, sem efeito manchado, liso para a casa toda, mas que tenha um correspondente antiderrapante para área molhada e externa. Tenho pesquisado nos sites de empresas, mas a visualização não permite identificar o efeito real desses pisos, já os catálogos de ambientes prontos só trazem os porcelanatos. Você tem alguma dica? Que piso (comum!!!) eu poderia usar para economizar sem perder o charme? Gostaria que recomendasse uma marca e modelo específico! Obrigada e até breve!

 

Olá Josiane, revestimentos de pisos…Com tanta oferta sempre utilizamos o porcelanato…Na verdade este tipo de produto tem tantas nuances, texturas, tamanhos, acabamentos que é a grande vedete dos ultimos 10 anos!Quer um piso facil de lavar?Durável? Pouca ou quase nenhuma permeabilidade?Pois é, é o porcelanato.Preços baixos não é muito o forte dele, os valores para peças acima de 60×60 começa em torno de uns R$100,00/m2 dependendo da onde for comprar.

Bem o piso ceramico tipo GRES também pode ser uma opção num preço pelo menos na metade ou por 1/3.

A linha  da Porto Ferreira existe a natural stone na cor Gray. 

Outro estilo indo para o mais rustico seriam as sceramicas das marcas LEPRI ou MAZZA.

Lepri Ecoslim

Natural Stone Bianco gres

Foras as cerâmicas também pode se usar os cimentos queimados, que ireia abordar num capítulo a parte!

Autor: - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra, interiores, miscelanea, pergunte que respondo Tags: , ,
31/03/2010 - 20:43

Escadas :algumas opções

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Boa tarde!
Falei com você pelo telefone, até peço desculpas pelo atrevimento de ligar!
Tenho um sobrado e agora estou muito na dúvida referente ao revestimento da escada. O chã da sala é porcelanato merano bege…
A principio eu e meu noivo tinhamos decidido revestir com o granito verde ubatuba, depois a idéia do marmore travertino, agora até granito são gabriel já falamos, …
Temos que resolver rápido, pois a obra esta super bem encaminhada! Mas não sabemos se a cor da escada deve ser parecida com o chão… se completamente diferente…
Será que pode me ajudar??
Muito obrigada desde já!!!

Leilane
 
 
Olá Leilane!
 
Imagina, não incomoda  não!, mas é que a sua dúvida pode ajudar outras pessoas, e tenho este canal aberto para dar esta assessoria, tá bom?Aliás meu novo blog estreia semana que vem, www.dicasdaarquiteta.com vê se vocês vão lá para postar os comentários!
 
Você sabia que a POrtobello faz porcelanato cortado especialmente para escadas e bordas? Até bancada de pia também?Desculpe aqui não colocar outro fornecedor, mas sei que na TELHANORTE tem outra empresa que também beneficia o porcelanato.O custo ? mais alto que o granito, mas e a beleza da continuidade???Acho que vale a pena cotar
 
Também você pode muito bem fazer sim a escada de um material totalmente diferente do piso como o granito (embora eu ache esta opção super fria com cara de mausoléu) ou cimento queimado, madeira (que vai dar uma aquecida no ambiente), e até marmore travertino nacional ( ficando classico e requintado).
 
Veja estes exemplos que mostram como é possível usar materiais distintos do piso que ficam ótimos!
 
 
 
arquiteta Flávia Ralston
 
 
 
 
 
 
arquiteta Ana Cecília Toscano
Autor: - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo Tags: , , ,
23/03/2010 - 19:16

Podemos dar uma pequena contribuição para nossa cidade

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Para quem precisa fazer uma garagem no seu jardim, térreo de prédio, ou pavimentar um grande espaço do seu quintal, calçadas, garagens e precisa manter a permeabilidade do solo chegaram novidades bonitas e práticas para revestir estes pisos.Ideal para a pessoa que não quer pisar em pisos enlameados por falta de sol, mas não pode e não quer impermeabilizar totalmente o solo.

Estes produtos que já foram testados garantem esta qualidade que cada vez mais, numa cidade como São Paulo, devia ser obrigatoriamente um dever de todos nós.Afinal, nosso solo das grandes cidades estão tão impermeabilizados que toda a água que cai vai logo para as ruas, bueiros e rios e daí, é um pulo para as enchentes cada vez maiores.

Buscar produtos com esta vertente é altamente indicado!

lançamento da SOLARIUM

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, condominios, construção, dicas, fornecedores para obra, sustentabilidade Tags: , , , , , ,
15/03/2010 - 18:49

REVESTIR 2010

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As pessoas tem ouvido falar desta feira e de forma gradativa e crescente tem aumentado a audiência da feira.Cada vez ela aumenta mais a sua área trazendo desde maquinários aos fabricantes de cerâmicas, a acessórios de banhos de luxo.

O que eu noto é uma infinidade de pastilhas, relevos, muito pouca novidade para quem está no meio direto, mas para os leigos é muita informação para ser digerida em 3, 4 horas de caminhada.

Por isso para quem não se arriscou a visitar esta feira aqui em São Paulo passo minhas impressões iniciais das coisas mais inusitadas, diferentes e novidades fresquinhas

Grande novidade aplicável a empreendimentos comerciais, lojas, bares, cafés, restaurantes, um mural artistico pode ser um belo quadro na parede de uma residencia também.

Vide o memorável paisagista Burle Max e tantos outros ” artistas muralistas” como Di Cavalcanti.

Praticamente todas as grandes marcas entre elas Portobello, Eliane, Portinari e Gyotoko (Acima) lançaram seus revestimentos ultra finos em porcelanato para recobrir áreas já revestidas sem a necessidade de demolições, entulhos , atrasos etc.A vedete da vez!

Para os eternos rusticos e countrys da vida, nada melhor que os formatos saudosistas das ceramicas como a da Mazza Ceramicas.

Olha que fofa esta copa

Me perguntaram qual a cor tendência de 2010, tudo indica   ser o dourado, não o do BBB, que apareceu em quase todos os lançamentos de revestimentos dos cimenticios as pastilhas de vidro como estas da Colormix

E a água caindo como cascata?Novas experiências sensoriais e peças compactas e completas, são alguns dos lançamentos da DECA, muito úteis principalmente para lavabos,restaurantes, bares etc.

Usado com um sensor de presença a água cai do tubo que vem do teto.Tomar cuidado para que a vazão da água não dê trancos e balance o tubo…Eu sei porque já fiz num cliente esta instalação com um produto similar já que não existia até então este belo lançamento da DECA.Aliás o pessoal da DECA entrou  em contato comigo e pediu para explicar que o produto deles não dá este tipo de problema!!

Então é só esperar que esteja nas prateleiras todos estes lançamentos!

Esta semana colocarei mais sobre a REVESTIR 2010!

Autor: - Categoria(s): dicas, exteriores, fornecedores para obra, interiores, projetos comerciais Tags: , , , , , ,
10/03/2010 - 20:17

Misturas de revestimentos

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Boa noite.estou pensando em trocar o meu piso da sala de jantar por um piso mais moderno e mais claro.o meu piso e da portobelo só que esta fazendo 15 anos.estou na duvida pois existe madeira em volta e o piso no meio e a escada também tem acabamento em madeira .ficaria bonito misturar porcelanato com madeira ?

Olá Ariane! Com certeza pode misturar, mas tome cuidado com os níveis dos pisos pois a madeira pede 2 cm de espessura e o porcelanato pede 1cm.
Adoro os porcelanatos que imitam as pedras natuarais com um estilo quartzito, como as pedras goiás, mineira, são tomé etc.Vão ficar ótimos em cores claras para contrastar com sua madeira.
 
 
BAUHAUS DESERT 60X60 RET
 
 
 
TOKYO WARM 45X45 BOLD
 
 
PIETRA DI VERMONT CREMA 60X60 RET
 
 
PIETRA D’AGLIANO CREMA 60X60 NAT
 
Todos da PORTOBELLO
Tome cuidado com as paginações para não dar sobras pequenas.
Não deixe que sobre menos que 30cm de cada lado, ás vezes é o caso de se iniciar as paginações pelo centro do ambiente!
Autor: - Categoria(s): dicas, interiores, pergunte que respondo Tags: , , ,
28/01/2010 - 19:52

Pastilhas de vidro são muito versáteis

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Olá!Gostaria de uma sugestão. Comprei um apto, e os banheiros só possuem azulejos no box, assim como a cozinha só possui azulejos na parede da pia…No entanto não encontro mais os mesmos azulejos, e pra encomendar, dizem que as cores nunca serão as mesmas ….O que eu poderia fazer pra que não fosse necessário tirar os que já estão?Aguardo ansiosa sua sugestão!

 

Fácil Fabiana!Faça o complemento com um material totalmente diferente para dar um “up” no seu banheiro e cozinha.

 

Claro que tudo vai depender do seu bolso, mas por um valor bem em conta , a partir de R$35,00/m2  da Colortil ou Colormix você consegue belas pastilhas de vidro.A cor deve combinar com o azulejo que você já possui, se for bege claro, combine com cores quentes como caramelo ou relaxantes como azul ou verde.Se for branco daí a escolha é maior e você pode até adquirir pastilhas tipo miscelânea.Neste caso as pastilhas já vêm misturadas aleatoriamente em cores definidas por você numa placa 30x30cm.Logicamente feito sob encomenda ficaria mais caro.Se puder investir bem mais você já consegue produtos diferenciados como a Vidrotil, Vidroreal e Mosaik, esta última fabrica pastilhas em aço inox, um luxo que pode custar mais de R$ 500,00/m2.

Então aproveite a chance de dar este glamour aos seus ambientes!

 

 vidrotil 4

vidrotil 5

 vidrotil2

vidrotil 3

 

mosaicos acima da VIDROTIL

colormix 3

colormix1

colormix2

Ambientes acima da Colormix

Autor: - Categoria(s): dicas, pergunte que respondo Tags: , , ,
29/12/2009 - 18:24

Gesso ou Reboco?

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Bom dia !

Mariche, gostaria de saber se posso revestir as paredes internas da casa diretamente no bloco estrutural de cimento com gesso , ao invés do uso tradicional ( areia, cimento) , isso não dará problemas de umidade e conseqüentemente mofo nas paredes ?

 

Olá Fabiano, até onde sei a umidade da parede vem de fora ou de baixo ou cima, e não da parede em si.Não importa se você revestir em gesso ou reboco de cimento ela vai continuar caso já esteja lá.

Se você tiver uma parede bem aprumada e no esquadro o gesso pode cobrir com ótimos resultados as superfícies internas.A colocação do gesso trás muita economia de material e tempo, o grande cuidado que você deve ter é evitar 100% que tenha contato com umidade.

A fundação deverá ser bem impermeabilizada, não colocar em áreas molhadas como cozinha e banhos e cuidar para que os rodapés sejam altos de pelo menos 10cm para afastar a possibilidade de alguém quiser lavar com água os pisos e molhar as paredes!

Obviamente do lado externo da casa o ideal é usar revestimentos do tipo texturas  e aconselho também a fazer uma “calçadinha” em volta da casa do lado de fora para manter a base externa das paredes longe da umidade do jardim.

 

Continuo falando de aplicação de gesso e não me estenderei na questão da umidade neste post, neste caso achei um artigo em pdf da revista TÉCHNE:

A massa de gesso possui resistência que varia conforme a temperatura e tempo de calcinação a que a gipsita foi exposta, finura, quantidade de água de amassamento e presença de impurezas ou aditivos na composição. Os de pega mais rápida apresentam elevada finura e alta resistência, em razão do aumento da superfície específica, disponível para a hidratação. A falta ou o excesso de água de amassamento também pode alterar a pega conforme os valores adicionados – a taxa recomendada de água na hidratação é de aproximadamente 18,6%.

Por ser altamente solúvel, o gesso deve ser aplicado em áreas internas livres de umidade.

Para iniciar o processo de execução recomenda-se que o substrato – bloco de concreto ou revestimento à base de cimento – esteja concluído há no mínimo um mês. Após esse período deve-se verificar o prumo das paredes, corrigindo com argamassa eventuais falhas e vazios que possam interferir no processo de aplicação.

Tanto em paredes quanto em tetos, com exceção das lajes cujas superfícies internas precisam de uma ponte de aderência – chapisco rolado – para garantir a fixação do aglomerado, a aplicação é semelhante. Deve ser iniciada pelo teto, estendendo-se pelas paredes até completar a metade superior com o auxílio de um andaime. Em seguida, os andaimes devem ser removidos e a parte inferior da parede finalizada. Esse processo possibilita duas opções de revestimento: o desempenado (veja passo-a-passo) e osarrafeado.

Sarrafeado

No caso do sarrafeamento, as faixas mestras e as taliscas permitem a execução de uma superfície mais rigorosa e plana, na qual a pasta de gesso é aplicada posteriormente, entre as mestras. Por fim, o gesso é sarrafeado com réguas de alumínio que cortam o excesso de pasta. “O processo de  arrafeamento oferece uma garantia melhor de alinhamento, pois tolera uma menor variação de esquadro, de prumo, além de padronizar o empreendimento”, explica Estefan.

De qualquer forma, independente do método escolhido, é importante que a espessura do revestimento não ultrapasse 5 mm: o aumento dessa medida pode ocasionar trincas no gesso. Portanto, as patologias mais comuns podem ser originadas por trincas referentes ao excesso de espessura, ou, ainda, por fissuras decorrentes de movimentações nas estruturas que geram deformações na alvenaria. Já nos tetos, essas rachaduras podem ocorrer devido à junção das lajes com a alvenaria, também sujeitas às tensões estruturais.

Normas

NBR 12127 Gesso para construção – Determinação das propriedades físicas do pó

NBR 12128 Gesso para construção – Determinação das propriedades físicas da pasta

NBR 12129 Gesso para construção – Determinação das propriedades mecânicas

NBR 12130 Gesso para construção – Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico

NBR 13207 Gesso para construção civil – Especificações

NBR 13867 Revestimento interno de paredes e tetos com pastas de gesso – Materiais, preparo, aplicação e acabamento.

Dicas

  • · Evitar o uso de blocos com superfície muito lisa e que tenham absorção de água muito baixa (blocos cerâmicos requeimados)
  • · Utilizar gessos de finura elevada, densidade aparente entre 0,7 e 1 que tenham, no mínimo, 60% de gesso calcinado na composição.
  • · Verificar a resistência à tração do gesso (entre 7 e 35 kgf/cm2) e à compressão (entre 50e 150 kgf/cm2)
  • · Vedar as caixas elétricas e demais tubulações hidráulicas durante a aplicação do gessoliso
  • · Manter o local da obra livre de sujeiras, corpos estranhos (pregos, arames, aço) e incrustações para evitar possíveis falhas pré e pós-aplicação do revestimento.
  • · Verificar os alinhamentos verticais, horizontais e a existência de ondulações ou defeitos que possam ser corrigidos.
  • · Verificar com atenção o fator água/gesso. A falta ou excesso pode prejudicar a pega e o endurecimento da pasta. Recomenda-se o uso de 36 a 40 l de água para cada saco de 40 kg de gesso

gesso

Foto 1 – Aplicar com rolo de textura média uma demão de chapisco rolado na superfície inferior das lajes para garantir a aderência da pasta de gesso

Foto 2 – Remover sujeiras, incrustações e materiais estranhos como pregos, arames e pedaços de aço até que o substrato fique uniformizado.

Foto 3 – Após 72 horas iniciar a preparação polvilhando o gesso na água, dentro da argamasseira, até que o pó esteja totalmente submerso. A seguir, misturar até obter uma pasta homogênea e sem grumos.

Foto 4 – Começar o trabalho pelo teto, aplicando a pasta com o auxílio de desempenadeira de PVC em movimentos de vai-e-vem.

Foto 5 – Nas paredes (metade superior), o deslizamento deve ser realizado de baixo para cima. Algum tipo de referência – ripa de madeira, pequenas taliscas ou batentes – deve ser escolhido para medir a espessura da camada de revestimento.

Foto 6 – Regularizar a espessura da camada, aplicando a pasta com a desempenadeira, agora, no sentido horizontal. Cada faixa deve ser sobreposta à anterior e a espessura da camada deve ter de 1 a 3 mm

Foto 7 – Retirar os excessos limpando o teto e a parede com régua de alumínio. Em seguidaConferir a espessura do revestimento junto à referência escolhida

 

 

 

Foto 8 –

Limpar a superfície com o canto da desempenadeira de aço para eliminar Ondulações e falhas e, depois, aplicar nova camada de pasta para cobrir as vazias imperfeições da superfície, assegurando a espessura final do revestimento.

 

 

Foto 9 – Desempenar cuidadosamente os excessos e rebarbas exercendo uma certa pressão Para obter a superfície final. A aplicação de pintura deve respeitar o período de cura e ser

Executada após o lixamento da superfície

Leia Mais

A Técnica de Edificar. 6ª Edição. Walid Yazigi. Editora PINI. São Paulo, 2004.

Caderno de Encargos. 4ª Edição. Milber Fernandes Guedes. Editora PINI. São Paulo, 2004.

Revestimento de gesso desempenado sobre parede. Revista Construção Mercado nº 12.

Texto original de Eliane Quinalia

Téchne 99 – junho de 2005 

 
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08/12/2009 - 20:19

Cacos cerâmicos são recicláveis

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Olá. Tudo bem? Tenho um banheiro em casa que teve algumas cerâmicas arrancadas e agora também não tem janela. Gostaria de saber como posso tapar os lugares que estão sem cerâmica com outro tipo de material? Tem algum material reciclado que posso usar nestes lugares e que seja barato?
Obrigada?

 

Olá Priscila, que tal se você usar a velha técnica de caquinhos cerâmicos?Podem ser feitos  em qualquer tipo de cerâmica, de preferência eu faria em lugares espalhados pelas paredes dando a idéia que você fez proposital, me entende?Eu daria uma homogeneizada no visual escolhendo em cada parede um canto para preencher com os cacos: eles podem ser da mesma cor do seu revestimento ou coloridos.Neste caso você teria que comprar ou conseguir umas peças soltas para poder produzir os cacos.Se  fosse igual ao existente bastava você retirar umas outras peças da parede e quebrar!Muito reciclável eu diria!

 

Veja também este exemplo que placa telada que já vem pronta em forma de caquinho de Mosaico invecchiatto bianco, telado (30 x 30 cm) composto de cacos de cerâmica envelhecida e esmaltada. Da Lepri, R$ 134,90 o m²

 ac-0261-revestimentos-ceramicas_24 

 

 DCAM1965

Mais imagens de trabalhos em mosaico: http://oficinademosaico.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

Viajando pela rede achei muito curioso este artigo sobre a “febre” de revestimentos de cacos de cerâmica que marcou época na nossa capital

“O mistério do marketing das lajotas quebradas”.

 

Por Eng. Manoel Henrique Campos Botelho

 

Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira? Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.

Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.

No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.

Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10x30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.

Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.

Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.

Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana. A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).

Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.

Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.

De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…

A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.

São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer:
— A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira… “

autor:

Manoel Henrique Campos Botelho
Eng. Civil e autor do livro Concreto Armado Eu Te Amo
Email: manoelbotelho@terra.com.br
Cx. Postal 12.966 — CEP 04009-970 — S.Paulo SP

 

 

 

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30/04/2009 - 18:47

Revestimentos mais ousados: use

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Imagens de alguns lançamentos da BIANCO GRES na REVESTIR 2009.

Lançamento da ELIANE na Revestir 2009

As texturas naturais, as misturas com fosco e brilho e os desenhos policromáticos estão com tudo também.

Como usar?

Eu indicaria os discretos para paredes inteiras de banheiros ou meias paredes para restaurantes, parede de fundo para recepções de escritórios e copas .

Os mais desenhados devem ser usados com maior parcimônia, ou seja, fazendo um painel ou uma faixa sobre uma bancada, uma parede de um lavabo ou hall de entrada, um foyer de casa noturna e discoteca…

Exemplos da JATOBA, brilhos, desenhos que formam tramas, murais, podem ser usados em banheiros, salas de almoço, corredores e halls de prédios corporativos…

Autor: - Categoria(s): dicas, interiores Tags: , ,
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