iG

Publicidade

Publicidade

19/04/2012 - 19:19

Revestimentos naturais

Compartilhe: Twitter

Ola, estou cotando pedras para revestimento externo da entrada e sacadas, gostaria de uma dica quanto o diferencial entre granito e silestone ou qual pedra tem melhor qualidade exposta ao tempo.
Gostaria tambem de contato para acompanhar e planejar acabamento dessa obra.
grato

 

Olá Claudio, a sua pergunta é a de muitos, como comentei antes, não costumamos usar o silestone para revestimentos, e sim para bancadas de cozinhas e banhos.

Para exteriores dou preferência para revestimentos naturais, neste caso pedras naturais.

Elas podem estar colocadas irregularmente dando um toque rustico ou recortadas retificadas para insinuar justamente o oposto.

O importante ao meu ver é sair da mesmice e usar cores diferentes em formatos diferentes

 

 seixos grandes. As pedras foram assentadas com a utilização de cimento e as amarrações foram instaladas a cada 1 metro de extensão. O projeto é de Rosana Kozlakowski

 

Pedra Vulcanica para Royal Hawaiian Apple Retail Store no Havaii

 Loja com vasta experiência e coleções de cortes como esta em pedra ferro da Pietre Colorate

Assentados diretamente sobre a argamassa, sem rejunte à mostra, os filetes de pedra-madeira (Pedras Decorativas Monte Belo) No projeto de Guilherme Torres

Autor: - Categoria(s): dicas, exteriores, pergunte que respondo Tags: , ,
15/03/2010 - 18:49

REVESTIR 2010

Compartilhe: Twitter

As pessoas tem ouvido falar desta feira e de forma gradativa e crescente tem aumentado a audiência da feira.Cada vez ela aumenta mais a sua área trazendo desde maquinários aos fabricantes de cerâmicas, a acessórios de banhos de luxo.

O que eu noto é uma infinidade de pastilhas, relevos, muito pouca novidade para quem está no meio direto, mas para os leigos é muita informação para ser digerida em 3, 4 horas de caminhada.

Por isso para quem não se arriscou a visitar esta feira aqui em São Paulo passo minhas impressões iniciais das coisas mais inusitadas, diferentes e novidades fresquinhas

Grande novidade aplicável a empreendimentos comerciais, lojas, bares, cafés, restaurantes, um mural artistico pode ser um belo quadro na parede de uma residencia também.

Vide o memorável paisagista Burle Max e tantos outros ” artistas muralistas” como Di Cavalcanti.

Praticamente todas as grandes marcas entre elas Portobello, Eliane, Portinari e Gyotoko (Acima) lançaram seus revestimentos ultra finos em porcelanato para recobrir áreas já revestidas sem a necessidade de demolições, entulhos , atrasos etc.A vedete da vez!

Para os eternos rusticos e countrys da vida, nada melhor que os formatos saudosistas das ceramicas como a da Mazza Ceramicas.

Olha que fofa esta copa

Me perguntaram qual a cor tendência de 2010, tudo indica   ser o dourado, não o do BBB, que apareceu em quase todos os lançamentos de revestimentos dos cimenticios as pastilhas de vidro como estas da Colormix

E a água caindo como cascata?Novas experiências sensoriais e peças compactas e completas, são alguns dos lançamentos da DECA, muito úteis principalmente para lavabos,restaurantes, bares etc.

Usado com um sensor de presença a água cai do tubo que vem do teto.Tomar cuidado para que a vazão da água não dê trancos e balance o tubo…Eu sei porque já fiz num cliente esta instalação com um produto similar já que não existia até então este belo lançamento da DECA.Aliás o pessoal da DECA entrou  em contato comigo e pediu para explicar que o produto deles não dá este tipo de problema!!

Então é só esperar que esteja nas prateleiras todos estes lançamentos!

Esta semana colocarei mais sobre a REVESTIR 2010!

Autor: - Categoria(s): dicas, exteriores, fornecedores para obra, interiores, projetos comerciais Tags: , , , , , ,
03/03/2010 - 11:54

Blocos aparentes, quais os melhores para conforto?

Compartilhe: Twitter

Oi Mari estou pensando em construir uma casa com bloco de concreto mas estou insegura pq algumas pessoas falam bem e outras falam mau e como não sou da área não sei avaliar os prós e os contras. Você pode me ajudar? Gostei muito do estilo da casa que você mostrou e estou pensando em algo parecido. Aguardo resposta.

Att
Bete

Olá Bete

Para começar alguns dados técnicos  para comprovar  comportamento de blocos cerâmicos comuns e os blocos de concreto celular que pesquisei.

 O tijolo cerâmico é uma vedação amplamente utilizada e um elemento já enraizado na cultura popular. O resultado do isolamento desta vedação é utilizado como parâmetro de comparação entre os sistemas novos e o que a população já se apropriou. O painel de concreto é uma alternativa de vedação que vêm sendo utilizado com mais freqüência, principalmente em empreendimentos comerciais, mas ainda pouco difundido em edificações residenciais. E os painéis de PVC e de chapa zincada se apresentam como alternativas recentes, propostas para uso em habitações populares, mas que sofre com o “pré-conceito” existente entre a população. Todos são utilizados no Brasil como vedação externa e também interna e se apresentam como sistemas construtivos independentes para residências térreas, como os painéis de PVC com lã de vidro e o painel de chapa zincada.

Os resultados dos ensaios e o índice de redução sonora são comparados aos valores de isolação sugeridos pelo projeto de norma SC136 e pelas recomendações norte americanas do para isolação entre ambientes.  

De acordo com o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – o índice de redução sonora do tijolo cerâmico furado tipo “baiano” espessura de 9 cm, assentado em pé, 1,5cm de reboco apresentou classe de transmissão sonora igual a 38dB. O tijolo cerâmico é o tipo de alvenaria mais utilizado no Brasil. Existem muitas situações em que este material é adequado para isolar o ruído externo, porém em situações críticas, de ruído externo, este é utilizado “deitado”, até mesmo paredes duplas, dependendo do nível sonoro requerido no interior do ambiente e do nível de ruído externo.

 

O índice de redução sonora (Rw) deste material resultou em 42dBA Significa que uma parede constituída de blocos de concreto celular autoclavado, sem nenhum elemento inserido na sua superfície – uma janela, por exemplo – atende como vedação de uma sala de estar de uma residência que exige um ruído de fundo entre 40 a 50dBA, desde que o ruído externo não ultrapasse valores de 82 a 92dBA. Este nível de ruído representa, por exemplo, uma avenida movimentada, ou um rádio caseiro ligado em volume elevado. Além disso, o isolamento deste bloco, de espessura de 12,5cm é melhor que o do tijolo cerâmico, tipo “baiano”, com espessura de 9cm. Pode-se concluir que o isolamento do bloco de concreto celular autoclavado é compatível com o desempenho requerido em uma residência, por exemplo.

Geralmente um bom isolante acústico também pode se fazer de bom isolante térmico, mas nem sempre! Por isso ando pesquisando também para meus projetos blocos que possam ser utilizados para ambas as situações críticas

 

Bloco Térmico da ECOPORE

Dados do fabricante atestam Estabilidade mecânica, conforto térmico-higrométrico, estanqueidade à chuva, segurança ao fogo, conforto acústico, durabilidade, adaptação à utilização, facilidade de execução, economia, são as exigências mais relevantes de desempenho das paredes exteriores, envolventes dos edifícios.

As alvenarias realizadas com o bloco térmico ThermoBloco da ECOPORE proporcionam um isolamento térmico aliado a boa resistência mecânica, satisfazendo as exigências técnicas de mercado.

O Sistema de Blocos seria concebido especialmente para realizar paredes exteriores ou divisórias confrontando com zonas não aquecidas em pano simples sem qualquer complemento de isolamento térmico.

Segundo eles os Blocos Térmicos constituem um excelente isolamento térmico e uma boa resistência mecânica. Permitem realizar paredes exteriores com:

  • estabilidade mecânica;
  • segurança ao fogo;
  • estanqueidade à chuva;
  • conforto termo-higrométrico;
  • conforto acústico;
  • durabilidade;
  • adaptação à utilização;
  • facilidade de execução
  • economia

 

O sistema destina-se a edifícios de habitação ou serviços. As paredes exteriores deverão ser sempre revestidas, pelo menos exteriormente.Neste caso não fica aparente como a gente vê nos projetos…Ainda irei me aprofundar mais nesta pesquisa! Vale a pena!Veja abaixo os blocos aparentes…

inst88_01_03_09

estudio6_yamada_01

acima projeto do studio 6 arquitetura para residencia na aldeia da serra-sp

Existem testes e produtos  sendo inserido no mercado com adição de agregados, ou resíduos como o poliuretano , que podem os tornar mais leves e melhores em conforto, mas é preciso que seja realmente testado ou comprovado e logicamente se estão dentro das normas que avaliam e atestam a qualidade destes produtos

Autor: - Categoria(s): construção, desenhos, dicas, pergunte que respondo Tags: , , , , , , ,
26/02/2010 - 18:56

Os banheiros de estar

Compartilhe: Twitter

 

S.O.S … Olá, a dias, Mari Cecchini que procuro na internet principalmente através de fotos algumas idéias inovadoras, não sei se você pode me ajudar. Meu banheiro tem 1,45 X 3,00 metros e ele é muito alto de laje. estou para começar a reforma dele e neste momento tenho muitas dúvidas. Minha idéia é a seguinte: fazer um box de 90 de cm de largura por 1.10 ao lado colocar a pia fazendo a entrada do box na lateral próximo a pia, já na parte onde fica a frente do box virado para a porta fazer uma parede e instalar o vaso sanitário, essa parede poderia ser de alvenaria ou de tijolos de vidro, outra dúvida seria quanto a cerâmica, a do chão comprei uma cinza da Eliana e da parede branca, mas estava pensando se coloco faixa ou alguma cerâmica de cor para que não fique muito triste e na possibilidade de não colocar cerâmica em todo o banheiro apenas no box e pia e vaso sanitário o que acha? Tenho medo de ficarem muitas informações em um único ambiente, o fato da pia ficar no final do banheiro e vaso na frente interfere de alguma forma?

 

Olá Monica!

Atendendo seu pedido de socorro, já vou te dizendo: num banheiro de 1,45×3,00 o ideal é abrir a porta, ter primeiro a bancada com pia, depois vem a bacia e por ultimo ocupando toda a largura de 1,45 o Box, veja no esquema bem básico abaixo

image001 

 

Sobre os acabamentos cinza e branco são meio apagadinhos, mas se você puder investir faça um forro de gesso diferenciado com iluminação de leds ou par 20, invista num belo tampo de mármore cinza e crie um nicho para shampoo no Box bem grandão seguindo a paginação do azulejo que você já tem. Ou seja, se as peças compradas tem 30×60 coloque o nicho respeitando as fiadas num tamanho acima de 1,20 do piso usando múltiplos desta medida. Imagina um nicho de 1,20×30, vai ser um luxo se você usar o nicho do mesmo Mármore da pia! A tendência de moda de revestimentos é uso de materiais neutros e naturais, por isso  vá em frente! 

 Vladimir_Projeto

Vladimir Ferreira Lima

cc-0572-100-reforma-banheiros-orcamento_03

bb_par39_36

Bela Gebara

  Paula Neder e Alexandre Monteiro 

 

.2394485313_classico

 

 Quer mais luxo que um banheiro com meia parede revestida?Para quem tem pé direito acima de 2,70 pode abusar deste recurso!

 

boa sorte!

  

 

 

 

 

Autor: - Categoria(s): desenhos, dicas, pergunte que respondo Tags: ,
28/01/2010 - 19:52

Pastilhas de vidro são muito versáteis

Compartilhe: Twitter

Olá!Gostaria de uma sugestão. Comprei um apto, e os banheiros só possuem azulejos no box, assim como a cozinha só possui azulejos na parede da pia…No entanto não encontro mais os mesmos azulejos, e pra encomendar, dizem que as cores nunca serão as mesmas ….O que eu poderia fazer pra que não fosse necessário tirar os que já estão?Aguardo ansiosa sua sugestão!

 

Fácil Fabiana!Faça o complemento com um material totalmente diferente para dar um “up” no seu banheiro e cozinha.

 

Claro que tudo vai depender do seu bolso, mas por um valor bem em conta , a partir de R$35,00/m2  da Colortil ou Colormix você consegue belas pastilhas de vidro.A cor deve combinar com o azulejo que você já possui, se for bege claro, combine com cores quentes como caramelo ou relaxantes como azul ou verde.Se for branco daí a escolha é maior e você pode até adquirir pastilhas tipo miscelânea.Neste caso as pastilhas já vêm misturadas aleatoriamente em cores definidas por você numa placa 30x30cm.Logicamente feito sob encomenda ficaria mais caro.Se puder investir bem mais você já consegue produtos diferenciados como a Vidrotil, Vidroreal e Mosaik, esta última fabrica pastilhas em aço inox, um luxo que pode custar mais de R$ 500,00/m2.

Então aproveite a chance de dar este glamour aos seus ambientes!

 

 vidrotil 4

vidrotil 5

 vidrotil2

vidrotil 3

 

mosaicos acima da VIDROTIL

colormix 3

colormix1

colormix2

Ambientes acima da Colormix

Autor: - Categoria(s): dicas, pergunte que respondo Tags: , , ,
29/12/2009 - 18:24

Gesso ou Reboco?

Compartilhe: Twitter

Bom dia !

Mariche, gostaria de saber se posso revestir as paredes internas da casa diretamente no bloco estrutural de cimento com gesso , ao invés do uso tradicional ( areia, cimento) , isso não dará problemas de umidade e conseqüentemente mofo nas paredes ?

 

Olá Fabiano, até onde sei a umidade da parede vem de fora ou de baixo ou cima, e não da parede em si.Não importa se você revestir em gesso ou reboco de cimento ela vai continuar caso já esteja lá.

Se você tiver uma parede bem aprumada e no esquadro o gesso pode cobrir com ótimos resultados as superfícies internas.A colocação do gesso trás muita economia de material e tempo, o grande cuidado que você deve ter é evitar 100% que tenha contato com umidade.

A fundação deverá ser bem impermeabilizada, não colocar em áreas molhadas como cozinha e banhos e cuidar para que os rodapés sejam altos de pelo menos 10cm para afastar a possibilidade de alguém quiser lavar com água os pisos e molhar as paredes!

Obviamente do lado externo da casa o ideal é usar revestimentos do tipo texturas  e aconselho também a fazer uma “calçadinha” em volta da casa do lado de fora para manter a base externa das paredes longe da umidade do jardim.

 

Continuo falando de aplicação de gesso e não me estenderei na questão da umidade neste post, neste caso achei um artigo em pdf da revista TÉCHNE:

A massa de gesso possui resistência que varia conforme a temperatura e tempo de calcinação a que a gipsita foi exposta, finura, quantidade de água de amassamento e presença de impurezas ou aditivos na composição. Os de pega mais rápida apresentam elevada finura e alta resistência, em razão do aumento da superfície específica, disponível para a hidratação. A falta ou o excesso de água de amassamento também pode alterar a pega conforme os valores adicionados – a taxa recomendada de água na hidratação é de aproximadamente 18,6%.

Por ser altamente solúvel, o gesso deve ser aplicado em áreas internas livres de umidade.

Para iniciar o processo de execução recomenda-se que o substrato – bloco de concreto ou revestimento à base de cimento – esteja concluído há no mínimo um mês. Após esse período deve-se verificar o prumo das paredes, corrigindo com argamassa eventuais falhas e vazios que possam interferir no processo de aplicação.

Tanto em paredes quanto em tetos, com exceção das lajes cujas superfícies internas precisam de uma ponte de aderência – chapisco rolado – para garantir a fixação do aglomerado, a aplicação é semelhante. Deve ser iniciada pelo teto, estendendo-se pelas paredes até completar a metade superior com o auxílio de um andaime. Em seguida, os andaimes devem ser removidos e a parte inferior da parede finalizada. Esse processo possibilita duas opções de revestimento: o desempenado (veja passo-a-passo) e osarrafeado.

Sarrafeado

No caso do sarrafeamento, as faixas mestras e as taliscas permitem a execução de uma superfície mais rigorosa e plana, na qual a pasta de gesso é aplicada posteriormente, entre as mestras. Por fim, o gesso é sarrafeado com réguas de alumínio que cortam o excesso de pasta. “O processo de  arrafeamento oferece uma garantia melhor de alinhamento, pois tolera uma menor variação de esquadro, de prumo, além de padronizar o empreendimento”, explica Estefan.

De qualquer forma, independente do método escolhido, é importante que a espessura do revestimento não ultrapasse 5 mm: o aumento dessa medida pode ocasionar trincas no gesso. Portanto, as patologias mais comuns podem ser originadas por trincas referentes ao excesso de espessura, ou, ainda, por fissuras decorrentes de movimentações nas estruturas que geram deformações na alvenaria. Já nos tetos, essas rachaduras podem ocorrer devido à junção das lajes com a alvenaria, também sujeitas às tensões estruturais.

Normas

NBR 12127 Gesso para construção – Determinação das propriedades físicas do pó

NBR 12128 Gesso para construção – Determinação das propriedades físicas da pasta

NBR 12129 Gesso para construção – Determinação das propriedades mecânicas

NBR 12130 Gesso para construção – Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico

NBR 13207 Gesso para construção civil – Especificações

NBR 13867 Revestimento interno de paredes e tetos com pastas de gesso – Materiais, preparo, aplicação e acabamento.

Dicas

  • · Evitar o uso de blocos com superfície muito lisa e que tenham absorção de água muito baixa (blocos cerâmicos requeimados)
  • · Utilizar gessos de finura elevada, densidade aparente entre 0,7 e 1 que tenham, no mínimo, 60% de gesso calcinado na composição.
  • · Verificar a resistência à tração do gesso (entre 7 e 35 kgf/cm2) e à compressão (entre 50e 150 kgf/cm2)
  • · Vedar as caixas elétricas e demais tubulações hidráulicas durante a aplicação do gessoliso
  • · Manter o local da obra livre de sujeiras, corpos estranhos (pregos, arames, aço) e incrustações para evitar possíveis falhas pré e pós-aplicação do revestimento.
  • · Verificar os alinhamentos verticais, horizontais e a existência de ondulações ou defeitos que possam ser corrigidos.
  • · Verificar com atenção o fator água/gesso. A falta ou excesso pode prejudicar a pega e o endurecimento da pasta. Recomenda-se o uso de 36 a 40 l de água para cada saco de 40 kg de gesso

gesso

Foto 1 – Aplicar com rolo de textura média uma demão de chapisco rolado na superfície inferior das lajes para garantir a aderência da pasta de gesso

Foto 2 – Remover sujeiras, incrustações e materiais estranhos como pregos, arames e pedaços de aço até que o substrato fique uniformizado.

Foto 3 – Após 72 horas iniciar a preparação polvilhando o gesso na água, dentro da argamasseira, até que o pó esteja totalmente submerso. A seguir, misturar até obter uma pasta homogênea e sem grumos.

Foto 4 – Começar o trabalho pelo teto, aplicando a pasta com o auxílio de desempenadeira de PVC em movimentos de vai-e-vem.

Foto 5 – Nas paredes (metade superior), o deslizamento deve ser realizado de baixo para cima. Algum tipo de referência – ripa de madeira, pequenas taliscas ou batentes – deve ser escolhido para medir a espessura da camada de revestimento.

Foto 6 – Regularizar a espessura da camada, aplicando a pasta com a desempenadeira, agora, no sentido horizontal. Cada faixa deve ser sobreposta à anterior e a espessura da camada deve ter de 1 a 3 mm

Foto 7 – Retirar os excessos limpando o teto e a parede com régua de alumínio. Em seguidaConferir a espessura do revestimento junto à referência escolhida

 

 

 

Foto 8 -

Limpar a superfície com o canto da desempenadeira de aço para eliminar Ondulações e falhas e, depois, aplicar nova camada de pasta para cobrir as vazias imperfeições da superfície, assegurando a espessura final do revestimento.

 

 

Foto 9 – Desempenar cuidadosamente os excessos e rebarbas exercendo uma certa pressão Para obter a superfície final. A aplicação de pintura deve respeitar o período de cura e ser

Executada após o lixamento da superfície

Leia Mais

A Técnica de Edificar. 6ª Edição. Walid Yazigi. Editora PINI. São Paulo, 2004.

Caderno de Encargos. 4ª Edição. Milber Fernandes Guedes. Editora PINI. São Paulo, 2004.

Revestimento de gesso desempenado sobre parede. Revista Construção Mercado nº 12.

Texto original de Eliane Quinalia

Téchne 99 – junho de 2005 

 
Autor: - Categoria(s): construção, dicas, interiores, pergunte que respondo Tags: , ,
08/12/2009 - 20:19

Cacos cerâmicos são recicláveis

Compartilhe: Twitter

Olá. Tudo bem? Tenho um banheiro em casa que teve algumas cerâmicas arrancadas e agora também não tem janela. Gostaria de saber como posso tapar os lugares que estão sem cerâmica com outro tipo de material? Tem algum material reciclado que posso usar nestes lugares e que seja barato?
Obrigada?

 

Olá Priscila, que tal se você usar a velha técnica de caquinhos cerâmicos?Podem ser feitos  em qualquer tipo de cerâmica, de preferência eu faria em lugares espalhados pelas paredes dando a idéia que você fez proposital, me entende?Eu daria uma homogeneizada no visual escolhendo em cada parede um canto para preencher com os cacos: eles podem ser da mesma cor do seu revestimento ou coloridos.Neste caso você teria que comprar ou conseguir umas peças soltas para poder produzir os cacos.Se  fosse igual ao existente bastava você retirar umas outras peças da parede e quebrar!Muito reciclável eu diria!

 

Veja também este exemplo que placa telada que já vem pronta em forma de caquinho de Mosaico invecchiatto bianco, telado (30 x 30 cm) composto de cacos de cerâmica envelhecida e esmaltada. Da Lepri, R$ 134,90 o m²

 ac-0261-revestimentos-ceramicas_24 

 

 DCAM1965

Mais imagens de trabalhos em mosaico: http://oficinademosaico.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

Viajando pela rede achei muito curioso este artigo sobre a “febre” de revestimentos de cacos de cerâmica que marcou época na nossa capital

“O mistério do marketing das lajotas quebradas”.

 

Por Eng. Manoel Henrique Campos Botelho

 

Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira? Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.

Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.

No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.

Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10x30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.

Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.

Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.

Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana. A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).

Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.

Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.

De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…

A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.

São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer:
– A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira… “

autor:

Manoel Henrique Campos Botelho
Eng. Civil e autor do livro Concreto Armado Eu Te Amo
Email: manoelbotelho@terra.com.br
Cx. Postal 12.966 — CEP 04009-970 — S.Paulo SP

 

 

 

Autor: - Categoria(s): interiores, pergunte que respondo Tags: , ,
27/08/2009 - 10:03

Sua casa está uma mistureba?

Compartilhe: Twitter

Olá,
Tenho uma sala com 32m² e nenhuma parede é inteira. Duas delas têm portas, a outra tem uma janela porta balcão e a outra fica por trás de uma escada. Hoje, ela está toda pintada de amarelo canário, com carpete de madeira e uma faixa de madeira na parede, ambos na cor mogno. De qual cor posso pintar? Gostaria de ter uma parede de cor diferente é possível?
Obrigada

Olá, Cristiane, carpete de madeira, um monte de portas e janelas, escada… E para piorar cor amarelo canário. Bom, se suas portas e janelas forem brancas, sugiro deixar as paredes brancas para mimetizar, ou seja, assimilar tantas invervenções na sua sala.

O rodameio de madeira corta muito a silhueta do ambiente, sugiro também pintá-lo de branco. Agora para dar uma cor mais forte no ambiente, tente pensar antes se vai combinar com sua mobília atual, se você tiver peças em cores bem variadas sugiro deixar a cor para a decoração, usando e abusando de complementos coloridos, como porta velas, vasos, cortinas, almofadas.

Se a sua decoração for do tipo bem neutra, em tons de bege, até ousaria te indicar pintar a escada e a parede de trás desta escada num tom mais forte como pink, amarelo ouro ou azul.

Uma ressalva no uso de cores quentes como pink, vermelho e amarelo. Talvez se o seu piso for muito avermelhado, estas cores podem não combinar muito. Daí o jeito é usar tons de cinza, verde, marron e azul. Vão ficar contrastando e portanto infinatamente mais bonitos!

arq Saulo Szabó

arq zize zink

arq mariana cecchini

arq Adriana Da Riva

arq fabio galeazzo

arq Cinthia Liberatori

O importante é saber que você também pode contar com revestimentos em madeira, tecidos e principalmente papéis de parede, que são laváveis e duram anos!B oa sorte!

Fotos: Projetos dos arquitetos Adriana Lariva, Cinthia Liberatori, Zize Zink, Mariana Cecchini e Fabio Galeazzo

Autor: - Categoria(s): miscelanea Tags: , ,
Voltar ao topo