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Arquivo da Categoria sustentabilidade

25/04/2012 - 19:04

casa na árvore

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Mais idéias,  não tão malucas, de casas suspensas, são as melhores para não abalar o terreno e impactar da menor forma na natureza, vejam esta casa na árvore.

Bom precisou neste caso, de uma grande árvore,  quem sabe se encaixe no seu terreno?

casa na árvore-londrina

cadê a casa?

Autor: - Categoria(s): construção, sustentabilidade Tags: , , , , ,
15/09/2011 - 20:36

Como soluções sustentáveis podem se casar com sua proposta comercial

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Soluções sustentáveis devem ser encaradas hoje como a origem de uma intervenção, seja comercial ou residencial, e impactam positivamente na economia financeira de uma empresa.  Uma construção pode ser sustentável, se respeitar os recursos naturais envolvidos, gerando menos resíduos, de forma autossustentável.

Existem selos que nos permitem hoje provar o quanto nossas obras são eficientes, nesta tentativa.  Este processo começa bem antes da obra, fazendo opções projetuais que pontuem dentro de vários critérios.

Algumas dicas para ganhar estes pontos são a reutilização de água pluvial, tratamento de esgoto, redutores de vazão em torneiras e bacias sanitárias.

Para a energia, o aproveitamento solar, e utilização de sensores de presença, que acionam lâmpadas LED de baixo consumo, são uma excelente alternativa, que podem casar com um bom projeto de ventilação, que diminua ou até evite o uso do ar-condicionado.

A sustentabilidade não é questão de moda, e sim um pensamento que não podemos ignorar. E um bom caminho é aliar menor consumo energético, para obtenção do mesmo conforto, já conquistado. Devemos repensar as formas de locomoção e estacionamento dos meios de transporte alternativos, como a implantação da bicicletários em prédios de escritórios e condomínios.

Para o empresário, existem muitas ferramentas e materiais que podem ser usados. Desde pisos e tijolos ecológicos até tintas, madeiras e cimento, que não degradam o meio ambiente.  E cabe aos arquitetos estarem atentos ao uso de produtos ecológicos, incluindo-os como opção num orçamento, que se torne cada vez mais acessível ao consumidor.

Eco sanitário

Eco sanitário - alternativa para espaços cada vez mais reduzidos

Os designers Gabriel e Oscar Buratti da Roca desenvolveram o W+W, louça sanitária em forma de L que reúne, em uma só peça, lavatório e sanitário. O seu sistema “Reusing Water” aproveita a água do lavatório para encher o tanque de descarga do sanitário, dispondo ainda de um sistema automático de limpeza.

Bicicletário Coberto - Aumenta a segurança e protege da chuva

Autor: - Categoria(s): projetos comerciais, sustentabilidade Tags:
26/05/2011 - 19:10

Telhas para controle térmico e acústico

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 Tempos atrás construí um galpão e usei telhas onduline para a cobertura. A telha é bem leve e absorve bem os impactos (dá para bater nelas com uma marreta) mas são péssimas como isolamento térmico pois o galpão, mesmo sendo bem ventilado, vira um forno em dias de calor. Pesquisei e descobri outras pessoas com o mesmo problema .um colega meu falou que um dos problemas é que elas só são encontradas em cores escuras (absorvem muito o calor de irradiação), são finas (baixo isolamento para condução térmica), e como tem betume (piche) na composição com o tempo elas acabam grudando umas nas outas vedando a maioria das frestas que ajudariam na ventilação…Agora tenho um terreno em declive e vou montar outro galpão. Penso em usar tijolos solo-cimento como experiencia, e vou tentar as telhas tetra-pak para ver se pelo menos estas funcionam, senao terei que voltar às velhas telhas de cerâmica

Leandro
 
 
Olá Leandro, conheço bem este problema das telhas comumente usadas.Elas tem estas características que você menciona mesmo.Em soluções comerciais ou residenciais, é possível se fazer forros e colocar no entre forro materiais isolantes.No caso de uma indústria ou galpão, o uso deve ser bem mais robusto , sem tanta manutenção como em residencias.Em termos de resultado comprovado de eficiência ainda não conheço melhor que as telhas metalicas termoacusticas.O fato do acabamento ser escovado, ajuda a refletir melhor os raios solares.Ela conta com um sanduíche de chapas trapezoidais recheadas por basicamente 3 tipos de isolantes.Cada um com um grau maior de isolamento.Já escutei de umas telhas ecológicas que melhoram um pouco a questão, mas com eficiencia mesmo eu pessoalmente só testei esta.E acho que sinceramente o gasto a mais compensa, pois ameniza muito o clima interno do galpão, evitando de se gastar energia com outro tipo de resfriamento
 
TELHA TERMOACÚSTICA
 
Condutividade Térmica

As telhas metálicas com isolamento termoacústico têm baixo coeficiente de condutividade térmica
e são utilizadas em projetos que visem ao conforto e ao bem-estar das pessoas. Elas podem ser
feitas sob medida, no tamanho exato do projeto. 

 

    

   

   

   

A Condutividade Térmica é calculada através da equação:

(F) é o fluxo de calor, (K) coeficiente de condutividade térmica, (A) área total, (X) espessura da parede e (T1 – T2)
as trocas de calor. O melhor revestimento é o de menor índice de condutividade térmica. Veja a tabela com
coeficientes de condutividade térmica (K) dos diversos produtos:

Veja a tabela com Coeficientes de Condutividade Térmica (K) dos diversos produtos:

MATERIAL FATOR À TEMP.
EMBIENTE
(kcal/m.h.ºC)
DENSIDADE
Kg/m³
ESPESSURA
(mm)
 Lã de Rocha FSR-32 0,030 32 30
 Lã de Rocha FSR-32 0,030 32 50
 Lã de Rocha FSR-32 0,030 32 100
 Poliestireno F1 0,028 13 30
 Poliestireno F1 0,028 13 40
 Poliestireno F1 0,028 13 50
 Poliestireno F3 0,026 20 30
 Poliestireno F3 0,026 20 40
 Poliuretano 0,016 35/40 30
 Poliuretano 0,016 35/40 40
 Poliuretano 0,016 35/40 50
 Poliuretano 0,016 35/40 100
 

Vantagens

  • Redução no índice de acidentes por fadiga;
  • Evita custos desnecessários com refrigeração;
  • Aumento de produtividade e economia de energia;
  • Redução no controle de emissão sonora externa em processos produtivos;
  • Satisfação dos funcionários no processo produtivo graças às condições agradáveis no ambiente de trabalho.

Tabela site:www.anandametais.com.br


Autor: - Categoria(s): construção, fornecedores para obra, miscelanea, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: ,
04/03/2011 - 11:01

Estruturas Metalicas para Residências

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Mari, tenho um terreno em declive, com 12 de frente e 33 de fundo, com queda de 7 metros. Penso em construir usando estruturas de aço invés de concreto. O que pode me dizer sobre este tipo de estrutura, precauções, custos, etc. A casa terá 3 suites e estimo máximo de 200 metros quadrados. Desde já obrigado

Olá Maurício

Você tem um belo terreno e a estruturação em metálica pode ser vista com bons olhos em relação a tempo a um custo competitivo dependendo da região do Brasil que você estiver.também é possível usar estruturas metalicas de forma mista com alvenaria e concreto.As precauções básicas são em relação a ter um bom projetista e uma equipe capacitada que saberá lidar com aspectos de corrosão, modulação, rigidez, exposição e proteção a fogo etc.

PILARES MISTOS

Os pilares mistos, de maneira geral, são constituídos por um ou mais perfis de aço, preenchidos ou revestidos de concreto. A combinação dos dois materiais em pilares mistos propicia além da proteção ao fogo e à corrosão, o aumento da resistência do pilar. Essa combinação contribui para o aumento na rigidez da estrutura aos carregamentos horizontais. A ductilidade é outro ponto que diferencia os pilares mistos, os quais apresentam um comportamento mais “dúctil” quando comparados aos pilares de concreto armado.

Existem também outras vantagens, tal como a ausência de fôrmas, no caso de pilares mistos preenchidos, possibilitando a redução de custos com materiais, mãode- obra e agilidade na execução.
Os pilares mistos são classificados em função da posição em que o concreto ocupa na seção mista. A figura 7 ilustra algumas seções típicas de pilares.

Os pilares mistos revestidos caracterizam- se pelo envolvimento, por completo, do elemento estrutural em aço, conforme ilustra a figura 7(a). A presença do concreto como revestimento, além de propiciar maior resistência, impede a flambagem local dos elementos da seção de aço, fornece maior proteção ao fogo e à corrosão do pilar de aço. A principal desvantagem desse tipo de pilar é a necessidade de utilização de fôrmas para a concretagem, tornando sua execução mais trabalhosa, quando comparada ao pilar misto preenchido.

 

FIGURA 7: Exemplos de seções típicas de pilares mistos.FIGURA 7: Exemplos de seções típicas de pilares mistos.

 

Os pilares mistos, parcialmente revestidos, caracterizam-se pelo não envolvimento completo da seção de aço pelo concreto, conforme ilustra a figura .Os pilares mistos preenchidos são elementos estruturais formados por perfis tubulares, preenchidos com concreto de qualidade estrutural, conforme a figura .A principal vantagem é que este dispensa fôrmas e armadura e é possível ainda a consideração do efeito de confinamento do concreto na resistência do pilar misto. Fonte: portal Metalica

Uma casa em estrutura metálica e revestida em vidro pode ser uma experiência de sucesso no design e na sustentabilidade a R-128

Implantado no topo de uma montanha, com vista para Stuttgart e longe dos olhos de curiosos, o projeto incorporou a experiência fantástica de liberdade e contato direto com a natureza e as estrelas que o casal de arquitetos viveu no Iêmen. Para estar com a natureza, a transparência do vidro. Para estar de bem com o meio ambiente – e com a própria consciência -, uma construção toda erguida com materiais recicláveis, auto-suficiente na produção de energia térmica e ainda capaz de gerar eletricidade por elementos fotovoltaicos.

Continuidade, minimalismo, luxo e muito conforto resumem a ambientação de interiores, pensada para proporcionar o máximo de flexibilidade, característica garantida sobretudo pelas instalações elétricas e hidráulicas, cujos dutos são conduzidos por canais feitos de folhas de alumínio (recicláveis) que atravessam o interior da fachada. Não existindo camada inferior de reboco, ou qualquer outro revestimento sobre o fechamento de vidro, os canais ficam disponíveis e podem ser abertos para alterações em qualquer ponto, e a qualquer hora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aspecto marcante do projeto da casa R-128, o conceito para produção e reaproveitamento de energia térmica determinou uma estrutura em vidro triplo com 10 cm de espessura, preenchida de gás inerte e barreira de convecção, além de revestida com folha de metal que reflete raios ultravioleta. Assim encapsulada, a casa está totalmente isolada em relação às temperaturas externas e mesmo que o gelo se cristalize sobre a superfície externa da parede de vidro, ou que o verão seja extraordinariamente quente, o interior permanece em temperatura agradável.

A circulação do ar também constitui importante função para a manutenção do conforto térmico e para o caráter sustentável da residência. O sistema regula não só a circulação geral do ar, como promove também a recuperaçao do calor proveniente da exaustão, não perdendo, assim, sua energia térmica. A temperatura interna é automaticamente regulada em cada andar da casa e, caso ultrapasse o nível desejado, os registros de transferência de calor instalados no teto serão preenchidos com água fria. Aquecida pela energia térmica, a água dos registros é bombeada para baixo, onde se encontra o convertor que armazenará seu calor em reservatório isolado, até que ocorra nova queda de temperatura.

Sustentabilidade na pele
Nas fachadas sul e norte, as placas de vidro medem 2,80 m de altura por 1,36 m de comprimento; nas leste e oeste, 2,80 m por 1,42 m. O que definiu as dimensões das placas foi o comprimento máximo possível das folhas de isolamento térmico. Desta forma, priorizou-se um conceito mais econômico, com menor número de peças e, por conseqüencia, maior rapidez de montagem e desmontagem, sem contar a beleza provida pela continuidade.

A casa R-128 prova que um projeto sustentável pode ser arrojado e funcional. Em arquitetura, a sustentabilidade está no aproveitamento das condições climáticas, no baixo consumo de energia, no custo da contrução e no uso de materiais com pouca energia incorporada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conforto Térmico
A temperatura interna é automaticamente regulada em cada andar da casa e, caso ultrapasse o nível desejado, os registros de transferência de calor instalados no teto serão preenchidos com água fria. Aquecida pela energia térmica, a água dos registros é bombeada para o convertor, fixado sob a placa de fundação, que armazenará seu calor em reservatório isolado, até que ocorra nova queda de temperatura.

O ar fresco pode ser aquecido ou resfriado. Para que a temperatura constante do solo seja utilizada como fonte de calor ou de resfriamento para o ar de entrada, ele é transferido primeiramente para o convertor, e, em seguida, sugado pelo bloco sanitário. No inverno, o calor da exaustão será utilizado para o aquecimento do ar frio de entrada, que chegará a 20 graus. Esse sistema complexo de reciclagem da energia térmica limita a perda de calor do ar em até 30% no inverno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FICHA TÉCNICA
Arquiteto: Werner Sobeck
Projeto geral: Werner Sobeck Ingenieure, Stuttgart
Projeto de energia: Transsolar Energietechnik, Stuttgart
Projeto hidráulico: Ing.-Büro Müller, Weissach

FORNECEDORES
Aço e fachada: Se-Stahltechnik, Stammham; vidro: Glas-Fischer, Murr; Guardian, Thalheim; Bischoff Glastechnik, Bretten; piso: Merk-Holzbau, Aichach; instalações elétricas: Elektro Tausk, Stuttgart; sensores: Jochen Köhnlein Gebäudeautomation, Albstadt; mobiliário: Fleiner, Stuttgart

Por Giovanny Gerolla

Fonte revista AU

Autor: - Categoria(s): construção, miscelanea, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , ,
23/03/2010 - 19:16

Podemos dar uma pequena contribuição para nossa cidade

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Para quem precisa fazer uma garagem no seu jardim, térreo de prédio, ou pavimentar um grande espaço do seu quintal, calçadas, garagens e precisa manter a permeabilidade do solo chegaram novidades bonitas e práticas para revestir estes pisos.Ideal para a pessoa que não quer pisar em pisos enlameados por falta de sol, mas não pode e não quer impermeabilizar totalmente o solo.

Estes produtos que já foram testados garantem esta qualidade que cada vez mais, numa cidade como São Paulo, devia ser obrigatoriamente um dever de todos nós.Afinal, nosso solo das grandes cidades estão tão impermeabilizados que toda a água que cai vai logo para as ruas, bueiros e rios e daí, é um pulo para as enchentes cada vez maiores.

Buscar produtos com esta vertente é altamente indicado!

lançamento da SOLARIUM

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, condominios, construção, dicas, fornecedores para obra, sustentabilidade Tags: , , , , , ,
22/02/2010 - 20:30

telhado ecologico = telhado vivo

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Boa tarde Mariche. Primeiramente, sou leitor assíduo de sua coluna. Estou pensando seriamente em colocar um telhado ecológico em casa, vasculhei a net em busca de informações a respeito. Minha intenção é colocar para ajudar na temperatura da casa, que é muito quente. Procurei na sua coluna, mas não encontrei nada a respeito. Caso eu não tenha “comido bola” voce pode escrever algo a respeito? Os fornecedores dizem que este tipo de produto oferece conforte térmico e acústico (evita reverberação). É isso mesmo?
Obrigado.
Rafael

Olá Rafael, muito oportuna sua questão!

 

Telhados ecológicos! O que são??

 

Podem ser várias coisas, ou assumir várias formas Vou abordar os telhados vivos que são diferentes de telhas ecológicas que podemos abordar num próximo post!

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Os primeiros registros de utilização de telhados vivos vêm dos tempos da Babilônia

Os Jardins da Babilônia, considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo, eram irrigados pela água bombeada do rio Eufrates.

Nessas coberturas, estavam plantadas árvores e flores tropicais, além de alamedas de palmeiras.

 

Principais benefícios

 

Custos: as despesas para instalação da estrutura completa de uma cobertura ecológica – incluindo o subtelhado – é em torno de R$ 150 por metro quadrado, valor similar a de um telhado de cerâmica envernizada, com bom acabamento. Pluvial: o telhado ecológico pode diminuir o risco de enchentes em áreas urbanas. Durante a chuva, a água se acumula no substrato, retardando em praticamente 15 minutos a velocidade de escoamento para os bueiros. Esse processo dá tempo para que haja uma maior vazão no sistema pluvial

 

Redução do aquecimento urbano: a água acumulada nos substratos da ecotelha consome energia do ambiente para evaporar, acarretando o arrefecimento do calor urbano aglomerado em áreas asfaltadas e com grandes massas de concreto.

 

Conforto térmico: em função de ser uma estrutura compacta, a cobertura viva tem um grande poder de isolamento térmico, evitando a perda de calor dos ambientes internos para o exterior em períodos de frio. No verão, o ecotelhado acaba arrefecendo as dependências por meio da evapo-transpiração das plantas.

 

Conforto acústico: pela sua massa o telhado, consegue evitar a reverberação dos sons internos para a rua, assim como impede a penetração dos sons do exterior para dentro da cobertura.

 

As plantas mais utilizadas são as xerófilas, similares aos cactos, que economizam água e podem sobreviver em condições adversas em cima do telhado.

 

Essas espécies não necessitam de regas nem de podas Antes da instalação das ecotelhas, o subtelhado é coberto com uma geomembrana extremamente forte que impede a passagem de umidade no telhado, assim como a entrada de insetos e animais. São instaladas quatro telhas por metro quadrado Módulos de cimento com dimensões de 68cm x 35cm, onde são cultivadas plantas que exigem pouco substrato e pouca irrigação.

 

 

O telhado vivo pode amenizar o superaquecimento urbano, além de auxiliar na retenção da água da chuva – afirma o engenheiro agrônomo João Manuel Linck Feijó, que há três anos desenvolve o sistema arquitetônico.

Essa nova opção de design também cria um diferenciado visual paisagístico nas cidades, em espaços até então tomados pelo concreto.

 

Vejam esta seqüência de preparação para colocação das espécies e as perguntas e respostas do internautas deste site sobre o produto

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1) O ECOTELHADO vegetado atrai insetos?

Existem insetos que são caracteristicos do interior de casas como baratas, moscas, mosquitos, pulgas, que em geral são atraidos por detritos humanos.

O Telhado vivo atrai insetos como borboletas, besouros e outros de hábitat externo a moradia. Esses insetos são essenciais a vida de outros seres como pássaros.

Uma das vantagens dos telhados verdes é reestabelecer o espaço vital para outras espécies nas cidades.

2) Como se dá a manutenção do ECOTELHADO?

Todo Telhado Verde requer alguma manutenção em algum tempo. Para o ECOTELHADO recomenda-se fazer uma ou duas visitas anuais que possa verificar a presença de espécies indesejadas como arbóreas. Em caso de notar fraqueza nas plantas, pode se utilizar fertilização com algum composto orgânico em pequena quantidade. Esse fertilizante pode ser encontrado em floriculturas, casas rurais e supermercados.

3) É necessário irrigação?

É recomendável reservar um ponto de água com boa pressão para irrigação ou sistema de irrigação automatizado para telhados maiores, mesmo que para uso eventual. Em locais do Brasil de estiagens prolongadas o uso da irrigação é imprescindível. As plantas selecionadas para o ECOTELHADO possuem o mecanismo de fotossíntese chamado metabolismo ácido das crassuláceas, que as faz resistentes à seca. Elas fecham os estômatos durante o dia e trocam os gases durante a noite de forma a não perder água. Isto faz com que o metabolismo seja mais lento.

4) É preciso podar o telhado de grama?

No sistema modular ecotelhado, não recomendamos a grama porque ela exige muita água e tambem cortes frequentes. Utilizamos plantas de porte baixo como os sedum que não exigem poda e requerem pouca água.

Quando faz-se necessário o uso da grama optamos pelo sistema laminar para lajes planas.

5) As ECOTELHAS (módulo ecotelhado) agüentam uma pessoa caminhando sobre elas?

Sim, foram projetadas para suportar tráfego ocasional durante as manutenções. Entretanto não é recomendável o pisoteio das plantas.

6) O ECOTELHADO funciona como um telhado comum? Ele passa umidade?

O ECOTELHADO é composto do conjunto formado pela Ecotelha vegetada e sub-telhado que pode ser de telha de fibrocimento, metálica, laje de concreto impermeabilizada, telha cerâmica e/ou Geomembrana de PEAD. O sub-telhado fornece a estanqueidade do telhado enquanto que a Ecotelha possui os outros atributos que se quer de uma cobertura. A impermeabilização constituída pela telha e/ou Geomembrana PEAD isolam totalmente o interior do ambiente, da umidade, enquanto que a Ecotelha vegetada, que vai sobreposta ao sub telhado, tem a finalidade principal do isolamento térmico e acústico, além dos benefícios ecológicos ao ambiente e à beleza natural da vegetação.

7) Porque eu trocaria meu telhado comum por um telhado de grama?

Porque o telhado vivo é muito bonito; Porque transmite bem estar e empatia a quem olha; Porque tem excelente conforto térmico no inverno e verão; Porque tem ótimo isolamento acústico, absorvendo ruídos; Porque reduz o calor urbano; Porque reduz o impacto de dióxido de carbono, a poluição de nitrogênio e neutraliza o efeito da chuva ácida; Porque reduz o volume do pluvial e seu impacto sobre cursos d’água; Porque vivem melhor, as pessoas que estão em harmonia com a natureza. Porque o telhado verde proporciona conforto térmico excepcional.

8) O que é a ecotelha? De que é feita?

A ecotelha é composta de um substrato rígido com características de drenagem ideais e componentes retentores de umidade e nutrientes. O conjunto previamente plantado com espécies selecionadas pode ser transportado com facilidade.

9) O ECOTELHADO não é muito mais pesado que o telhado tradicional?

O Sistema Modular Ecotelhado é classificado como extensivo e seu peso saturado é de 50kg/m² que é o peso de um telhado cerâmico convencional.

10) Qual a diferença de preço entre o Ecotelhado e os telhados tradicionais?

O valor do investimento é em geral o mesmo, considerando-se um telhado de boa qualidade.O ecotelhado pode ser colocado diretamente sobre a laje impermeabilizada, não necessitando de armação de madeira.

Quando levamos em conta os benefícios de conforto térmico, retenção de água, limpeza do ar e vida útil de duas a três vezes maior, a vantagem é grande a favor do telhado verde.

11) O sistema ECOTELHADO é aplicável a grandes terraços ou nesse caso, seria mais adequado utilizar uma cobertura de solo e plantas diretamente sobre a laje?

O Sistema é vantajoso tanto em casos de pequenas como grandes áreas, planas ou inclinadas. Proporciona uma boa fixação para as plantas com boa drenagem com suprimento de água adequado. A estrutura rígida da ecotelha (módulo ecotelhado) evita a compactação do substrato nutritivo e do sistema radicular das plantas. O módulo Ecotelhado evita a erosão do substrato em telhados inclinados.

Uma das vantagens é a do módulo do telhado vivo poder ser movido com facilidade em caso de eventual manutenção sem perda das plantas.

A ecotelha pode ser colocada sobre a geomembrana, proporcionando vantagens de rapidez, drenagem, mobilidade, isolamento térmico e acústico a custo reduzido quando comparada a outros métodos.

12) O Telhado Verde diminui o calor?

Os telhados convencionais feitos de concreto, telhas cerâmicas, telhas metálicas, ou fibrocimento, acumulam o calor e o transferem para dentro do prédio. No telhado verde a cobertura vegetal se encarrega de dissipar ou consumir esta energia pela evapotranspiração e pela fotossíntese, não restando nada a ser transferido para o interior da casa.

 

http://www.ecotelhado.com.br24_17

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, construção, desenhos, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , , , ,
26/01/2010 - 19:31

A chuva

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Bastou chover e alagar nossa rua e para piorar ficarmos sem a internet…O eterno CAOS de São Paulo!

Vale ler e pensar no artigo de um colega arquiteto da USP  publicado ontem no Caderno 2 do Estado de São Paulo

”A cidade paga por não planejar” por GABRIEL MANZANO FILHO

“Enchentes, deslizamentos… Para o urbanista Kazuo Nakano, só quando entender a natureza São Paulo sairá dessa armadilha

 

Abram todos os seus guarda-chuvas, desviem das goteiras, cantem Parabéns… mas antes de apagar as velinhas prestem atenção: o grande presente que são Paulo deveria ganhar hoje, pelos seus 456 anos, seria um súbito ataque de paixão pelo planejamento urbano.

“É disso que a cidade mais precisa, para sair da armadilha em que caiu”, adverte o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, do Instituto Pólis. É por não ter essa cultura, avisa ele, que em todos os verões a vida paulistana fica paralisada e a população condenada a ver pela TV a triste rotina de inundações, deslizamentos, avenidas entupidas de carros parados e uma crescente conta de vítimas fatais.

A causa disso – além de ser este o janeiro mais chuvoso dos últimos 70 anos – é o desprezo pela natureza. A mania de construir a cidade como se os rios não existissem. A incapacidade de entender que eles têm seu ritmo, que muitos transbordam no verão, que não se pode “fechar” o chão com cimento e asfalto. “Na Europa isso foi aprendido há séculos. Mas aqui continuaremos nessa armadilha enquanto não mudarmos de rota”, avisa o Nakano.

Velho conhecedor dos conflitos paulistanos, participante ativo de vários planos diretores, como os de São Paulo, Fortaleza e Vitória, o urbanista, formado pela FAU-USP, traz uma boa e uma má notícia. A má é que a cada ano os problemas se agravam, as soluções fica mais caras e a situação “vai piorar antes de melhorar”. A boa é que há saídas técnicas para o drama paulistano – basta ver como as cidades da Holanda, que vivem abaixo do nível do mar, fizeram para eliminar o problema. A seguir, trechos da entrevista.

Por que as chuvas, em São Paulo, deixaram de ser um incômodo para se tornarem tragédias?

Porque os problemas não são resolvidos e vão se agravando. Porque não existe uma cultura de planejamento urbano para resolvê-los. Porque os governantes se dedicam ao jogo político do toma lá, dá cá e a projetos de curto prazo. E quando as chuvas, como agora, batem todos os recordes, todo mundo grita.

Então, no ano que vem vai acontecer tudo de novo?

Se chover forte, sim. Este é o caso típico de uma tragédia anunciada. A cidade caiu numa armadilha e dela não vai escapar enquanto não entender e respeitar o ritmo de seus rios e córregos.

O que você quer dizer com ”entender e respeitar”?

É conviver com a natureza. Ao ocupar margens de rios, a população paga por não perceber como eles funcionam. Um destino que tantas outras cidades do mundo aprenderam a evitar. Veja a Holanda. Como metade de seu território fica abaixo do nível do mar, eles desenvolveram sofisticados sistemas de controle, com canais, comportas, um ritmo preciso de escoamento, monitorado o tempo todo. Resultado: eles até sabem que é possível, às vezes, construir perto das margens, e o fazem, mas deixando vazio o espaço de que o rio necessita.

Pode dar um exemplo?

Estive, no final do ano, na cidade de Leuven, na Bélgica. Ela é toda cortada por meandros de um rio – mas montaram uma rede de canais e comportas em seu curso, intercalando jardins e piscinões, antes que ele chegue à área urbana. Pode chover muito, que mesmo assim a vida da cidade não para.

Então, existe uma saída. Por que não é adotada?

Aqui vamos criando a cidade como se o Tietê e o Pinheiros não existissem. Alterar esse quadro exigiria um poder público forte, do qual não dispomos. E não dispomos porque o jogo político não deixa espaço para isso. Autoridades e lobbies dedicam-se a trocas, a obras de curto prazo, sem impacto na vida da cidade.

Mas também é preciso dinheiro.

Esse é o segundo problema: nossas prefeituras vivem na miséria. Recebem só 18% da arrecadação do País, enquanto o governo federal fica com 58% e o Estado com 24%. E a maior parte do bolo municipal vai para saúde, educação e custeio. O que isso significa? Que a capacidade de investimento nos espaços urbanos é quase zero.

As autoridades são pressionadas e tentam melhorar as coisas…

Mas se desgastam em coisas de curto prazo, do tipo inaugurar escola, asfaltar rua, abrir hospital, alargar avenida. Sempre deixam para depois o que é caro, ou difícil de aprovar.

Tem um caso concreto disso?

Enquanto chove e se discute a retirada de moradores dos morros e margens de rios, a região próxima à Cidade Tiradentes, na zona Leste, vem sendo rapidamente ocupada. É mais um grande problema em formação. Se não adotarmos o que chamo de cultura do planejamento, não vamos a lugar nenhum.

Dramas como os de Angra dos Reis são mais do mesmo?

Em grande parte, são. Mas não devemos nos limitar ao que aparece nas manchetes dos jornais. O mesmo drama se repete nas profundezas da Amazônia, em Maués e Tefé. E como estancar esse fenômeno se mesmo num Estado com São Paulo, o mais adiantado, apenas 10% das cidades têm engenheiros e arquitetos? Se as cidades não têm equipes técnicas, não há como formar uma massa crítica para pensar os desafios urbanos.

A Câmara paulistana começa a discutir a revisão do Plano Diretor, que é de 2002. O que você espera dela?

A revisão é uma coisa necessária, não se deve nunca ser contra, mas veja, estamos revisando um plano que ainda não foi avaliado, grande parte dele não foi levada à prática.

Qual parte?

As chamadas zonas especiais de interesse social são um exemplo. O plano propõe formas de instalar em áreas vazias populações que vivem à beira de rios e córregos. Há mais de mil áreas demarcadas no plano, mas o assunto não avançou. O novo texto da Prefeitura fez algumas alterações, não tão expressivas.

O que o novo plano fala sobre enchentes?

Tem boas intenções. Desimpermeabilizar o solo, implantar praças e parques lineares, preservar as várzeas e projetar modos adequados de ocupá-las. Isso é crucial e teria de ser aprovado e posto em prática com urgência.

Que nota você daria à qualidade de vida de São Paulo, comparada com 10 anos atrás?

Isso depende de definir um padrão. Mas posso dizer: a qualidade caiu, e bem. Se a nota anterior fosse 6, hoje seria 5, mas em queda. Pois não estamos vendo nenhum debate sobre o longo prazo.

Há cidades, no Brasil, com melhores exemplos para mostrar?

Temos casos, poucos, de sucessos de planejamento, mas pela metade. Curitiba é muito lembrada, pela integração dos transportes, mas se você olhar no entorno da cidade vai descobrir uma coroa de favelas. Também Belo Horizonte, Brasília e Palmas, em Tocantins, tiveram setores planejados, mas misturados com outros cheios de conflitos. A questão central é ter uma cultura de planejamento, que se faça presente nas decisões sobre o espaço urbano. Esse sim seria um grande presente para a cidade.”

Você pode se perguntar: E o quê eu tenho a ver com isso?Bom como cidadãos temos que buscar eleger as pessoas que procurem como meta o planejamento da cidade.Temos que cobrar dos que foram eleitos.Criar associações de bairros fortes e dar um bom exemplo nas atitudes mais corriqueiras do cotidiano, não jogar lixo fora do lixo, não impermeabilizar o solo do seu terreno, nem da sua calçada e não construir em áreas de risco!

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13/01/2010 - 19:58

Como aproveitar mais da luz natural?

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Sra. Mari, ainda sobre a questão de luz natural, a casa de meus pais foi construída num terreno em declive. Ao invés de estabelecer a construção a partir do nível da rua, praticamente tudo foi construído na parte de baixo, resultado – pouca luz natural e ventilação. Como minimizar essa situação haja vista que na parte superior temos a garagem, dois dormitórios e lavanderia? Os corredores internos de circulação para os cômodos, tanto na parte superior como inferior ocupam o mesmo espaço. Seria pertinente abrir as lajes e buscar a luz natural por esses corredores? Ou, rasgos na laje podem comprometer a estrutura? Substituir paredes por estruturas de vidro ajudaria? Obrigada pela atenção e, parabéns pelo trabalho.

 

Adoro estes problemas cabeludos arquitetônicos!

Bom Grasieli, fazer aberturas em laje, dependendo do modelo da laje pode afetar a estrutura sim, pois as aberturas,  para valer a pena,  teriam que ter pelo menos uns 80cm x 80cm  de largura em um numero de 3 ou 4 delas.O ideal era a casa ter sido pensada com estas aberturas e você poderia ter uma laje nervurada, ou um tipo de pergolado vazado.Quem sabe um engenheiro consultor não possa te dar uma idéia melhor sobre isso? Vale a pena!

Pergolado são estruturas de madeira ou concreto espaçadas entre si formando uma seqüência  de vazios e cheios, por onde atravessa a luz e ventilação.No primeiro andar fica mais fácil conceber esta idéia, já do primeiro para o térreo (que no seu caso é afundado) para se ter iluminação bastaria fazer um piso de vidro laminado ou utilizar blocos de vidro, só que para a ventilação complica.

A não ser que você use um piso de grade tipo industrial, que vai deixar a luz entrar e o ar, mas cuidado, por ser vazado pode danificar saltos de sapato e coisas podem cair…

Para conectar este “domus” interno aos demais ambientes daí sim você teria que colocar portas ou rasgos de vidro com venezianas

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esta solução  acima eu adotei no meu escritório para fazer uma passarela, que não tirasse luz nem ventilação, e usei estrutura metálica com a grade metálica vazada

 

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 vista do teto de um corredor…

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com uma parede assim não há problema de luz

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a escada também pode ser um túnel de luz

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o que dizer deste prédio no Japão com a fachada 100% de bloco de vidro?Um show de luz!

 estas imagens são do fabricante de blocos de vidro: http://www.sevesglassblock.com/pt/

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, construção, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , ,
12/11/2009 - 12:27

Casa suspensa no ar

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Prezada Mari !
Não me canso de ler todas as matérias do seu blog, nesse primeiro contato solicitarei uma indicação, mas saberei entender se não houver tempo para me atender.

Acabo de adquirir um terreno no Itanhangá, RJ, de fundos para uma mata fechada onde há um riacho e dentro de um arejado condomínio de 23 lotes. O meu é o menor, 1260 m², sendo 20 F x 47,5 E x 39 D e 32m de fundos, com declive acentuado. Começa com cota 45m e termina cota 20m.

Pretendo algo em torno de 120 m², talvez em tijolo ecológico, madeira e blindex ou vidros grandes para contemplar a área verde.  Penso em dois andares internos acompanhando o desnível do terreno, para não acabar num precipício. Haveria algum projeto estilo rústico, com telhado diferenciado e vidros para clarear?
Atenciosamente
Jorge

Nossa Jorge, entendi bem? 25m de desnível? Veja se é isso mesmo!!

Como você pretende construir poucos metros, achei que deveria necessariamente utilizar dois níveis. Sendo o social em cima  e com acesso mais fácil, e uma garagem vindo da rua e os quartos abaixo.

Pesquisando na internet, acabei topando com este projeto muito legal e simples para exemplificar um projeto interessante. Foi para um concurso da Empresa Masisa de compensados. O segundo colocado, o arq. André Eisenlohr, fez este projeto abaixo:

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Com o conceito orgânico de integração com o entorno, o arquiteto optou por deixar a casa com toda sua estrutura aparente, composta por pilares de eucalipto e vigas de muiracatiara, espécies que vem sendo reflorestadas de forma sustentável.

A cobertura é composta por telhas de fibra vegetal. Situada em um terreno em declive acentuado, a execução da obra permitiu que o arquiteto usasse sua experiência em técnicas de alpinismo e montanhismo, como o uso de reduções de peso com cordas e polias.

A casa foi construída com maneira artesanal, além de mão de obra reduzida e especializada. Foram usadas placas de 15 mm de OSB para o fechamento das paredes, formando um “sanduíche” com 5 cm de distância entre elas, o que proporciona um melhor conforto e isolamento termo-acústico e possibilita a passagem da fiação elétrica de forma simples e racional.

A escolha do sistema de construção seca com OSB foi feita pela facilidade e rapidez de montagem, além de sua resistência, leveza e textura visual, que deixa aparente o conceito orgânico e o partido ecológico do projeto, visando o mínimo impacto ambiental e a máxima integração com a natureza.

O custo da obra foi reduzido em função do preço do material, da redução do tempo de construção, do sistema construtivo e da mão de obra.

www.iabpr.org.br

www.masisa.com/

arquitetandonanet.blogspot.com

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casa

Autor: - Categoria(s): construção, desenhos, fornecedores para obra, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , ,
03/11/2009 - 16:52

Log home ou Casa de tora

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Não achei o local para perguntas e dúvida por isso estou postando aqui.
Fiz um quarto TV para as crianças com toras de eucalipto, uma cima da outra criando paredes. O que usar para vedar as frestas grandes que ficaram entre uma tora e outra?

Olá Luciano.Atualmente, os movimentos ambientalistas e a conscientização popular sobre a finitude dos

recursos naturais pressionam para que as atividades na construção civil adotem soluções e

critérios construtivos menos impactantes, que garantam o manejo e o uso das edificações

alicerçadas em bases conceituais sustentáveis.Então é muito válido fazer uma cosntrução neste sentido, mesmo que seja pequena!

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Entre as espécies de reflorestamento cultivadas, o eucalipto é um gênero de rápido

crescimento, com boa aparência, características físicas e mecânicas razoáveis e com

condição de melhoramento, facilitando o seu uso como matéria‐prima alternativa no

mercado madeireiro. No âmbito da construção civil, o eucalipto é amplamente utilizado de

forma transitória (escoras, formas e andaimes), na execução de obras de engenharia em

geral (pontes, pórticos, etc.) e em edificações comerciais e residenciais, na forma roliça,

serrada ou laminada e colada.

 

Abaixo algumas dicas importantíssimas para quem está pensando em construir em madeira toda a casa que pesquisei em  dissertações de Cristina Steiner e Emanuella Sossai Altoé

ÁREAS CRÍTICAS – MEDIDAS PREVENTIVAS

Elementos estruturais dos pisos

térreos das edificaçõesUtilizar fundações de concreto tipo sapata corrida, com o piso elevado do

solo, provendo drenagem superficial ao redor da edificação.

Untitled-1 

Locais enclausurados, úmidos e

mal arejados, exemplo: espaço entre barroteamento

Propiciar ventilação do espaço entre o barroteamento e o solo, com o

envenenamento do solo.

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Canalizações de água e esgoto

fixos na madeira

Propiciar o acesso fácil a rede de água e esgoto. Não deixar a madeira em

contato com a umidade, colocando uma interface de material impermeável.

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Batentes de portas e janelas em

contato com paredes úmidas

Impermeabilização, emprego de espécies mais resistentes e proteção de

pintura a óleo.

 

Tacos, assoalhos, assentados

sobre pisos em que a água do solo tenha acesso por capilaridade

Impermeabilização do contra‐piso em argamassa e a utilização de sarrafos

de fixação com pintura impermeável, deixando espaços entre a última

tábua do assoalho e a parede.

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Peças de madeira em áreas

úmidas como cozinha e banheiro.Receber revestimentos impermeáveis, tais como: tinta esmalte e tinta óleo,

tomando‐se cuidado nas extremidades das peças.

 

Lambris externos

Distanciamento mínimo recomendado do solo de 30 cm. Quando se trata

de dois pisos a transição dos lambris externos verticais deve receber

proteção metálica fazendo o papel de pingadeira. Emenda de topo dos

lambris devem sempre deixar espaço na sua junta.

 

Elementos estruturais em

contato direto com o solo ou embutido em concreto

Tratamento por processo de impregnação pressurizada. Sugere‐se que o

concreto não seja impermeabilizado, pois normalmente na sua interface

surgem frestas que permitirão infiltrações de águas de chuva. É importante

garantir a drenagem do concreto. Uma solução é utilizar dispositivo

metálico deixando a extremidade do pilar ventilado.

 

Peças de telhados, próximas a

rufos, calhas e telhas.

Devem receber atenção especial no seu detalhamento e as peças que

ficarão em contato direto com as telhas devem receber tratamento

químico, além de adotar medidas visando facilitar a substituição das

mesmas.

Os topos expostos das peças de madeira da cobertura (caibros,

terças) absorvem umidade com maior facilidade.

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Detalhes construtivos para proteger estas extremidades; corte em ângulo

reto das extremidades dos caibros; colocação de peças como testeira que

evitam a exposição direta das extremidades possibilitar maior rigidez do

beiral.

 

Fendas, juntas e áreas ao redor de conectores como parafusos,

pregos, etc.

Além do desenho, pode‐se fazer uso de borracha como espaçadores de

maneira para não permitir a permanência de água.

Soleira inferior do diafragma e os topos inferiores dos

montantes verticais.

Necessitam de cuidados em relação à umidade do solo. Os usuários devem

receber uma orientação sobre a prática de limpeza interna da edificação,

como não lavar o piso por exemplo. Caso o piso for cerâmico, o rodapé

deve ser do mesmo material cerâmico (10 cm).

  

 

 

 

 todas as imagens pertencem a:

http://www.fapes.es.gov.br/publicacoes/anexos/3-01/69/dissertacao_final.pdf

 

 

 

O Tratamento das frestas existentes em peças internas  como foi citado pelo internauta podem ser seladas com mastique, produto espanhol à base de silicone,

que além de resgatar a estanqueidade da tora, possui como vantagem estética o tom

aproximado à cor da madeira (figura 100).

Segundo informações cedidas pela empresa responsável o produto utilizado por ela

 

 

apresenta bom desempenho, mas não é encontrado no país. Quando não é feita a aquisição,

dependendo da situação de uso, utilizam o silicone transparente que, apesar de não

proporcionar um efeito estético favorável, mantém a estanqueidade da peça.

 

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 Figura 100 – Peça com a utilização de mastique

Autor: - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , , ,
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