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Arquivo de janeiro, 2010

28/01/2010 - 19:52

Pastilhas de vidro são muito versáteis

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Olá!Gostaria de uma sugestão. Comprei um apto, e os banheiros só possuem azulejos no box, assim como a cozinha só possui azulejos na parede da pia…No entanto não encontro mais os mesmos azulejos, e pra encomendar, dizem que as cores nunca serão as mesmas ….O que eu poderia fazer pra que não fosse necessário tirar os que já estão?Aguardo ansiosa sua sugestão!

 

Fácil Fabiana!Faça o complemento com um material totalmente diferente para dar um “up” no seu banheiro e cozinha.

 

Claro que tudo vai depender do seu bolso, mas por um valor bem em conta , a partir de R$35,00/m2  da Colortil ou Colormix você consegue belas pastilhas de vidro.A cor deve combinar com o azulejo que você já possui, se for bege claro, combine com cores quentes como caramelo ou relaxantes como azul ou verde.Se for branco daí a escolha é maior e você pode até adquirir pastilhas tipo miscelânea.Neste caso as pastilhas já vêm misturadas aleatoriamente em cores definidas por você numa placa 30x30cm.Logicamente feito sob encomenda ficaria mais caro.Se puder investir bem mais você já consegue produtos diferenciados como a Vidrotil, Vidroreal e Mosaik, esta última fabrica pastilhas em aço inox, um luxo que pode custar mais de R$ 500,00/m2.

Então aproveite a chance de dar este glamour aos seus ambientes!

 

 vidrotil 4

vidrotil 5

 vidrotil2

vidrotil 3

 

mosaicos acima da VIDROTIL

colormix 3

colormix1

colormix2

Ambientes acima da Colormix

Autor: - Categoria(s): dicas, pergunte que respondo Tags: , , ,
26/01/2010 - 19:31

A chuva

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Bastou chover e alagar nossa rua e para piorar ficarmos sem a internet…O eterno CAOS de São Paulo!

Vale ler e pensar no artigo de um colega arquiteto da USP  publicado ontem no Caderno 2 do Estado de São Paulo

”A cidade paga por não planejar” por GABRIEL MANZANO FILHO

“Enchentes, deslizamentos… Para o urbanista Kazuo Nakano, só quando entender a natureza São Paulo sairá dessa armadilha

 

Abram todos os seus guarda-chuvas, desviem das goteiras, cantem Parabéns… mas antes de apagar as velinhas prestem atenção: o grande presente que são Paulo deveria ganhar hoje, pelos seus 456 anos, seria um súbito ataque de paixão pelo planejamento urbano.

“É disso que a cidade mais precisa, para sair da armadilha em que caiu”, adverte o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, do Instituto Pólis. É por não ter essa cultura, avisa ele, que em todos os verões a vida paulistana fica paralisada e a população condenada a ver pela TV a triste rotina de inundações, deslizamentos, avenidas entupidas de carros parados e uma crescente conta de vítimas fatais.

A causa disso – além de ser este o janeiro mais chuvoso dos últimos 70 anos – é o desprezo pela natureza. A mania de construir a cidade como se os rios não existissem. A incapacidade de entender que eles têm seu ritmo, que muitos transbordam no verão, que não se pode “fechar” o chão com cimento e asfalto. “Na Europa isso foi aprendido há séculos. Mas aqui continuaremos nessa armadilha enquanto não mudarmos de rota”, avisa o Nakano.

Velho conhecedor dos conflitos paulistanos, participante ativo de vários planos diretores, como os de São Paulo, Fortaleza e Vitória, o urbanista, formado pela FAU-USP, traz uma boa e uma má notícia. A má é que a cada ano os problemas se agravam, as soluções fica mais caras e a situação “vai piorar antes de melhorar”. A boa é que há saídas técnicas para o drama paulistano – basta ver como as cidades da Holanda, que vivem abaixo do nível do mar, fizeram para eliminar o problema. A seguir, trechos da entrevista.

Por que as chuvas, em São Paulo, deixaram de ser um incômodo para se tornarem tragédias?

Porque os problemas não são resolvidos e vão se agravando. Porque não existe uma cultura de planejamento urbano para resolvê-los. Porque os governantes se dedicam ao jogo político do toma lá, dá cá e a projetos de curto prazo. E quando as chuvas, como agora, batem todos os recordes, todo mundo grita.

Então, no ano que vem vai acontecer tudo de novo?

Se chover forte, sim. Este é o caso típico de uma tragédia anunciada. A cidade caiu numa armadilha e dela não vai escapar enquanto não entender e respeitar o ritmo de seus rios e córregos.

O que você quer dizer com ”entender e respeitar”?

É conviver com a natureza. Ao ocupar margens de rios, a população paga por não perceber como eles funcionam. Um destino que tantas outras cidades do mundo aprenderam a evitar. Veja a Holanda. Como metade de seu território fica abaixo do nível do mar, eles desenvolveram sofisticados sistemas de controle, com canais, comportas, um ritmo preciso de escoamento, monitorado o tempo todo. Resultado: eles até sabem que é possível, às vezes, construir perto das margens, e o fazem, mas deixando vazio o espaço de que o rio necessita.

Pode dar um exemplo?

Estive, no final do ano, na cidade de Leuven, na Bélgica. Ela é toda cortada por meandros de um rio – mas montaram uma rede de canais e comportas em seu curso, intercalando jardins e piscinões, antes que ele chegue à área urbana. Pode chover muito, que mesmo assim a vida da cidade não para.

Então, existe uma saída. Por que não é adotada?

Aqui vamos criando a cidade como se o Tietê e o Pinheiros não existissem. Alterar esse quadro exigiria um poder público forte, do qual não dispomos. E não dispomos porque o jogo político não deixa espaço para isso. Autoridades e lobbies dedicam-se a trocas, a obras de curto prazo, sem impacto na vida da cidade.

Mas também é preciso dinheiro.

Esse é o segundo problema: nossas prefeituras vivem na miséria. Recebem só 18% da arrecadação do País, enquanto o governo federal fica com 58% e o Estado com 24%. E a maior parte do bolo municipal vai para saúde, educação e custeio. O que isso significa? Que a capacidade de investimento nos espaços urbanos é quase zero.

As autoridades são pressionadas e tentam melhorar as coisas…

Mas se desgastam em coisas de curto prazo, do tipo inaugurar escola, asfaltar rua, abrir hospital, alargar avenida. Sempre deixam para depois o que é caro, ou difícil de aprovar.

Tem um caso concreto disso?

Enquanto chove e se discute a retirada de moradores dos morros e margens de rios, a região próxima à Cidade Tiradentes, na zona Leste, vem sendo rapidamente ocupada. É mais um grande problema em formação. Se não adotarmos o que chamo de cultura do planejamento, não vamos a lugar nenhum.

Dramas como os de Angra dos Reis são mais do mesmo?

Em grande parte, são. Mas não devemos nos limitar ao que aparece nas manchetes dos jornais. O mesmo drama se repete nas profundezas da Amazônia, em Maués e Tefé. E como estancar esse fenômeno se mesmo num Estado com São Paulo, o mais adiantado, apenas 10% das cidades têm engenheiros e arquitetos? Se as cidades não têm equipes técnicas, não há como formar uma massa crítica para pensar os desafios urbanos.

A Câmara paulistana começa a discutir a revisão do Plano Diretor, que é de 2002. O que você espera dela?

A revisão é uma coisa necessária, não se deve nunca ser contra, mas veja, estamos revisando um plano que ainda não foi avaliado, grande parte dele não foi levada à prática.

Qual parte?

As chamadas zonas especiais de interesse social são um exemplo. O plano propõe formas de instalar em áreas vazias populações que vivem à beira de rios e córregos. Há mais de mil áreas demarcadas no plano, mas o assunto não avançou. O novo texto da Prefeitura fez algumas alterações, não tão expressivas.

O que o novo plano fala sobre enchentes?

Tem boas intenções. Desimpermeabilizar o solo, implantar praças e parques lineares, preservar as várzeas e projetar modos adequados de ocupá-las. Isso é crucial e teria de ser aprovado e posto em prática com urgência.

Que nota você daria à qualidade de vida de São Paulo, comparada com 10 anos atrás?

Isso depende de definir um padrão. Mas posso dizer: a qualidade caiu, e bem. Se a nota anterior fosse 6, hoje seria 5, mas em queda. Pois não estamos vendo nenhum debate sobre o longo prazo.

Há cidades, no Brasil, com melhores exemplos para mostrar?

Temos casos, poucos, de sucessos de planejamento, mas pela metade. Curitiba é muito lembrada, pela integração dos transportes, mas se você olhar no entorno da cidade vai descobrir uma coroa de favelas. Também Belo Horizonte, Brasília e Palmas, em Tocantins, tiveram setores planejados, mas misturados com outros cheios de conflitos. A questão central é ter uma cultura de planejamento, que se faça presente nas decisões sobre o espaço urbano. Esse sim seria um grande presente para a cidade.”

Você pode se perguntar: E o quê eu tenho a ver com isso?Bom como cidadãos temos que buscar eleger as pessoas que procurem como meta o planejamento da cidade.Temos que cobrar dos que foram eleitos.Criar associações de bairros fortes e dar um bom exemplo nas atitudes mais corriqueiras do cotidiano, não jogar lixo fora do lixo, não impermeabilizar o solo do seu terreno, nem da sua calçada e não construir em áreas de risco!

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, sustentabilidade, vida de arquiteto Tags: ,
20/01/2010 - 10:11

Para os iniciantes

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Os vários sentidos de um arquiteto

Um Arquiteto necessita possuir um repertório vasto de representações mentais envolvidas no processo de criação, incluindo o pensar em diferentes escalas (macro x micro) e uma variedade de graus de abstração (abstrato x concreto, simbólico x literal). Arquitetos também lidam com assuntos conflitantes como julgamentos não estéticos (pesado x leve, escuro x claro), conflitos funcionais (movimento x estático) e temas psicológicos e sociais (público x privado, segurança x liberdade).

Porém, algumas habilidades são ainda mais críticas na tarefa de conceber e executar projetos. São elas: emoção, sentidos e lógica.

Emoção. Quando não há suficiente informação para promover avaliações lógicas, o Arquiteto navega através de suas emoções e instintos, o que se constitui em uma experiência bastante subjetiva. Aqui, está também a capacidade de compreender e interagir com as emoções dos outros. Adicione, ainda, a liderança de equipes e a capacidade de trabalhar em cooperação com outros indivíduos que participam do processo criativo e executivo do projeto.

Sentidos. Perceber o mundo através da visão, toque, olfato e paladar. Um conjunto de percepções absorvidas e produzidas pela mente e pelo corpo em experiências coletadas no meio externo, mais especificamente, através do contato com a natureza e seus fenômenos, além, da observação do cotidiano das grandes metrópoles. Uma espécie de antropólogo que também estuda hábitos e comportamentos e consegue antever acontecimentos ou contribuir, em certos casos, para a formulação de tendências.

Lógica. Se emoções e os sentidos são vitais para a criação e execução, a lógica não deixa de ser menos essencial. O pensamento lógico, cálculos e solução de problemas, o domínio de novas tecnologias e o planejamento se encaixam nesse elenco de habilidades racionais e analíticas vitais no dia-a-dia da profissão.

O resultado final do processo criativo e executivo é único em função do leque de habilidades que cada indivíduo possui. Nem todos os profissionais reúnem o mesmo elenco de habilidades. Outra conclusão importante: o mesmo problema pode ser solucionado de maneiras muito diferentes dependendo do conjunto de habilidades que cada um ostente e por se valer de pontos de vista diversos.

Um Arquiteto poderá possuir habilidades limitadas, mas com alto desenvolvimento no domínio das mesmas. Outros conseguem apresentar um diversificado elenco dessas habilidades. O desempenho, entretanto, de ambos pode ser positivo. O bom profissional é aquele que reconhece seus pontos fortes e fracos e busca novos conhecimentos. Essas carências devem ser diagnosticadas e o repertório de habilidades complementado.

*Baseado em artigo de Newton D Souza,professor assistente de estudos da Arquitetura na University of Missouri-Columbia.

   
 
Autor: - Categoria(s): vida de arquiteto Tags: , ,
19/01/2010 - 18:39

Brincando de casa

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Novas assimetrias nos projetos têm se mostrado um novo  movimento na arquitetura.Como podemos intitular?Desconstrutivismo?Assimetrismo?

O espaço interno parece ficar mais insólito, obrigando os moradores a talvez reverem o seu “lifestyle”.Lógico que menos é mais nestes espaços internos, colocar um lustre de cristal ou um monte de mobiliário convencional vai brigar  com as formas arrojadas.Mas que tipo de cliente moraria numa casas dessas? Imaginou colocar cortinas?Tenho certeza que funciona como uma obra de arte habitável e de forma muito lúdica, mas você precisa “livrar a sua mente” no melhor estilo MATRIX para tanto.

 

O escritório autor destes belos projetos conceituais, porém habitáveis é o chileno Pezo Von Ellrichshausen Architects.São um pouco áridos para nossa realidade  úmida brasileira

 

     
PEZO VON ELLRICHSHAUSEN ARCHITECTS

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a surpresa pode reinar nestes espaços

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na falta de verde pinte a sua casa de verde

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nada mal , uma construção que não agrediu seu entorno

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Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, construção Tags: , ,
14/01/2010 - 19:26

Acústica

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Olá Mariche, que sorte a minha ter encontrado você ! Tenho devorado de ponta a ponta a Internet a procura de uma solução para o meu problema. A posição que a minha casa se encontra na rua favorece toda a entrada de som que vem de fora e lamentavelmente isso nos incomoda bastante e você nem imagina o nível de estresse que vivemos. Minha rua é muito barulhenta, crianças gritando, futebol na frente da minha casa,crianças andando de patinete, pessoas que passam conversando e barulho do som de carros que invade por toda a casa. A minha casa é geminada e não há como colocar janela para os lados. Moro em uma casa que é uma espécie de casa de vila. A escada para o andar superior é de frente a minha janela da sala e o pior de tudo é que o som também se propaga por todos os cômodos de cima. Não temos como mudar a escada de lugar porque seria uma obra muito grande.
A porta e janelas (envidraçadas) são para frente da calçada que serve de arquibancada para os vizinhos. Quanto a isso eu sei o que fazer, pretendo fazer um jardim e tentar amenizar o problema.
Não temos condições de colocar janelas anti-ruído porque o preço é bem superior ao que podemos pagar. Eu gostaria de saber se há algum tipo de ” janela de madeira” que pudesse amenizar o som que se propaga por toda a casa. Estou buscando pedreiros para fazer a obra, mas nem tenho idéia ainda do que poderia auxiliar na solução do meu problema. Se eu pudesse enviar uma foto para você ter uma idéia da minha situação seria o ideal. Obrigada pela sua atenção. Aguardo ansiosa a sua resposta.

 

Olá Lídia, o eterno problema do barulho né?Infelizmente jardim nenhum serve como bloqueio de som, pois plantas não formas volumes sólidos que formem uma barreira sonora.O ideal seria construir um muro de pelo menos 2,20m de altura,  não muito afastado das janelas da sala com no máximo de 1m de distancia e fazer a iluminação e ventilação pela parte superior do muro.Veja no esquema bem básico abaixo.Para incrementar e melhorar a acústica do andar superior você poderia fazer uma jardineira em ângulo que refletiria parte do ruído.E boa sorte!

 

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Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, desenhos, dicas, pergunte que respondo Tags: , ,
13/01/2010 - 19:58

Como aproveitar mais da luz natural?

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Sra. Mari, ainda sobre a questão de luz natural, a casa de meus pais foi construída num terreno em declive. Ao invés de estabelecer a construção a partir do nível da rua, praticamente tudo foi construído na parte de baixo, resultado – pouca luz natural e ventilação. Como minimizar essa situação haja vista que na parte superior temos a garagem, dois dormitórios e lavanderia? Os corredores internos de circulação para os cômodos, tanto na parte superior como inferior ocupam o mesmo espaço. Seria pertinente abrir as lajes e buscar a luz natural por esses corredores? Ou, rasgos na laje podem comprometer a estrutura? Substituir paredes por estruturas de vidro ajudaria? Obrigada pela atenção e, parabéns pelo trabalho.

 

Adoro estes problemas cabeludos arquitetônicos!

Bom Grasieli, fazer aberturas em laje, dependendo do modelo da laje pode afetar a estrutura sim, pois as aberturas,  para valer a pena,  teriam que ter pelo menos uns 80cm x 80cm  de largura em um numero de 3 ou 4 delas.O ideal era a casa ter sido pensada com estas aberturas e você poderia ter uma laje nervurada, ou um tipo de pergolado vazado.Quem sabe um engenheiro consultor não possa te dar uma idéia melhor sobre isso? Vale a pena!

Pergolado são estruturas de madeira ou concreto espaçadas entre si formando uma seqüência  de vazios e cheios, por onde atravessa a luz e ventilação.No primeiro andar fica mais fácil conceber esta idéia, já do primeiro para o térreo (que no seu caso é afundado) para se ter iluminação bastaria fazer um piso de vidro laminado ou utilizar blocos de vidro, só que para a ventilação complica.

A não ser que você use um piso de grade tipo industrial, que vai deixar a luz entrar e o ar, mas cuidado, por ser vazado pode danificar saltos de sapato e coisas podem cair…

Para conectar este “domus” interno aos demais ambientes daí sim você teria que colocar portas ou rasgos de vidro com venezianas

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esta solução  acima eu adotei no meu escritório para fazer uma passarela, que não tirasse luz nem ventilação, e usei estrutura metálica com a grade metálica vazada

 

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 vista do teto de um corredor…

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com uma parede assim não há problema de luz

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a escada também pode ser um túnel de luz

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o que dizer deste prédio no Japão com a fachada 100% de bloco de vidro?Um show de luz!

 estas imagens são do fabricante de blocos de vidro: http://www.sevesglassblock.com/pt/

Autor: - Categoria(s): cidade e cidadania, construção, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , ,
07/01/2010 - 19:16

Sem criatividade com as crianças?

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Os espaços na sua casa ou seu condomínio estão sempre com a mesma carinha?Seus filhos não aguentam mais a televisão nem os games nestas férias chuvosas?

Está na hora de ter umas idéias  para dar uma outra linguagem para estes espaços de crianças.Afinal eles são crianças e não mini adultos!

Muito interessante e simples algumas idéias.

Basta usar formatos diferenciados, materiais inusitados, cores vibrantes tudo com muita segurança e conforto!

 

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Ah se as pessoas dessem mais asas aos arquitetos! Olha este playground? Até eu gostaria de ir!

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Que tal esta brinquedoteca no seu condominio?Ninguém iria lembrar do playstation

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Sua casa não precisa ser grande para você bolar uma estante de livros bem engraçada e lúdica!

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Formas diferentes e simples é o que a criança precisa para aguçar a imaginação!

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Imaginou o quartinho do menino hiperativo?

fonte: the cool  hunter

http://www.thecoolhunter.net/kids

Autor: - Categoria(s): condominios, dicas, interiores Tags: , , , ,
04/01/2010 - 14:48

Como aproveitar as liquidações?

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Como todo mundo já deve saber começa agora o mês das boas liquidações de móveis em São Paulo.São diversas lojas de vários segmentos oferecendo até 90% de desconto.

Por onde começar?

Primeiramente com um projeto em mãos, você deverá saber exatamente qual as medidas que você pode dispor de sofás, mesas, aparadores, poltronas etc, para não cair na besteira de comprar peças grandes demais que atravanquem seu espaço!Se você não teve tempo de contratar um arquiteto com uma planta baixa impressa definida, e em escala 1:100 é possível dispor o mobiliário, brincando com peças recortadas em escala também, assim você poderá notar que precisa no mínimo de 60cm de espaço de circulação, não pode obstruir portas nem janelas que vão até o chão, lembrar que tem cortinas e elas tomam espaço de 10 a 12 cm das paredes.

Outra recomendação básica é saber as medidas comerciais das peças que existem no mercado para ter uma noção.O ideal é que na sala você possa ter pelo menos um sofá de 3 lugares em média tem 2,20m x 0,90m, uma mesa de canto de 0,60m, duas poltronas que possuem em média 0,70m x 0,70m  e uma mesa de centro baixa.Uma mesa redonda para  4 pessoas deve ter 1,10m de diâmetro e para 6 pessoas deve ter no mínimo 1,30m de diâmetro.

As cadeiras para as mesas de jantar devem ter um espaço mínimo de 0,90m das paredes, para que mesmo uma pessoa esteja sentada uma outra possa passar por trás.

Obviamente existem outras milhões de dicas, mas não dá tempo! As liquidações vão até o Carnaval somente.

Comece escolhendo as peças maiores, tais como sofás mesas de jantar, armários em geral, neste caso faça um tour pela  Al.Gabriel Monteiro da Silva lá pelo número  1600 e depois suba até quase a Rebouças. As lojas Marche Art de Vie, Montenapoleone, Segatto, A Lot Of  e Dpot você consegue arrematar peças em pronta entrega de 15% até 90%, buffets, estantes, cadeiras, mesas e móveis planejados para a casa toda.

Em outro dia faça um tour por Pinheiros e Vila Madalena , nas lojas Decameron, Catallogo que vai mudar de endereço e tem coisas diferentes e elegantes, na Empório Beraldin, com seus tecidos , almofadas trabalhadas e móveis revestidos.Não esquecer de passar na Teodoro Sampaio com boas opções de grifes como a Clami Design, com ótimos sofás, banquetas, mesas de centro…Por fim olharia as cadeiras da Arte em Cadeiras , sempre com preços mais interessantes.

É importante conseguir amostras de todos os tecidos e acabamentos que estiver comprando para que possa escolher o restante baseado neles. 

linho bergamolinho croche copaiba

combinações de texturas com a mesma tonalidade para pessoas menos ousadas

seda dupionelinho bambu nigra

couro caviarpalha quadretti

Acima uma boa combinação que mescla texturas e cores para cosntruir um ambiente para os mais ousados

Depois que você tiver adquirido as peças maiores passe para escolher , tapetes e cortinas.A TecDec , na Regatta e na Beraldin são ótimas opções para escolher tecidos para fazer cortinas, almofadas, chales e revestir mobiliário.

Os tapetes podem ser feitos sob medida e com a cor e o desenho que quiser como na Santa Mônica e da Barbantie Design também para aproveitar os tapetes orientais como os da Kamy Out.

Depois está na hora de ver objetos decorativos e o enxoval.A Cecília Dale , Benedixt, L’oeil e Bali Express tem almofadas, vasos, objetos para exteriores, centros de mesas, pratos, espelhos que irão adornar aparadores, nichos e prateleiras dando uma cor, ou um brilho amais e necessário.

Para vestir camas e banheiros vale conferir as ofertas da Blue Gardênia, Marlene e Trousseau com descontos de até 50%.

As cozinhas geralmente esquecidas também poderão ser repaginadas neste mês, A M. Dragonetti conhecida por muitos chefs de São Paulo, concede até 30% de desconto.A Casa & Loja também dá descontos em eletrodomésticos

Todos os tecidos são da EMPORIO BERALDIN

 

endereços:

Roteiro pela Al Gabriel Monteiro:

alot of : 256

bali Express:863

marche artde vie: 1670

dpot :1250

montenapoleone:  1572

segatto: 949

Roteiro pinheiros e vila madalena:

Arte em cadeiras: Mateus Grou 623

Catallogo:  Lisboa 500

Clami design: Teodoro 1650

L´oeil: Benedito calixto, 182

Empório beraldin: Mateus grou 604

Roteiro Jardins:

Marlene: Oscar freire 673

Barbantie design: melo Alves 138

Cecília dale: melo Alves 513

Benedixt: Haddock Lobo 1584

Roteiro D&D:

By Kamy out e Santa Mônica

Roteiro: Moema e Vila Nova Conceição:

Blue Gardênia: Bueno Brandão, 189

Trousseau: Escobar ortiz 482

Tecdec: inhambu 1185

Autor: - Categoria(s): miscelanea Tags:
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